Desde que foi anunciado o
seu noivado com o Princípe Harry do Reino Unido, que os media internacionais
não dão descanso a Meghan Markle, uma actriz afro-americana igual a tantas
outras e de relativo sucesso. A última a sair do saco, de intenções ainda por
determinar, prende-se com um dos seus cães que irá deixar no Continente
Americano, um mestiço de Beagle com Pastor chamado Bogart, que até aqui tem
vivido na companhia dum Beagle de nome Guy. Com o Bogart a ser notícia de
primeira página, muita gente manifesta a sua opinião acerca da escolha de
Meghan, chovendo pareceres e conselhos de toda a parte, na sua maioria lamechas,
infundados cientificamente e carentes de razão e bom senso.
É evidente que o cão
estaria melhor junto da dona que afastado dela, desde que esta lhe dispensasse
a atenção necessária, o que nos parece pouco provável atendendo aos futuros
compromissos da sua agenda. Também não se nega que o Bogart, perante a ausência
da dona, se sentiria socialmente mais cómodo na companhia do Guy e que a
separação forçada de ambos será um rude golpe tanto para um como para o outro.
Contudo, caso o Bogart continue no seu espaço habitual, que bem conhece, sempre
ficará melhor que o Guy, que será obrigado a adaptar-se a um novo território e possivelmente
a uma dona mais ausente. Assim, se porventura os cães fossem nossos e estivéssemos
em idêntica situação, jamais os separaríamos e iríamos visitá-los sempre que
possível, conselho que damos a outros como nós, gente de senso comum que não
aspira à realeza.
Sem comentários:
Enviar um comentário