quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

QUERIA BOLEIA E FOI DE AMBULÂNCIA

Ontem pela manhã, no Município de Traboch, Distrito de Leoben, na Alta Estíria/Áustria, um menino de 9 anos foi mordido na cabeça por um Akita Inu de 30 kg, enquanto aguardava por uma boleia que o levaria à escola. De acordo com a polícia, o menino foi com esse objectivo até à casa de uma família monoparental cuja senhora é dona de um cão Akita Inu, esperando ir de carro com os filhos desta. Enquanto aguardava pela saída daquela família, a senhora não consegui suster o cão ao abrir a porta e o macho Akita atirou-se ao menino, que apesar de usar capuz, veio a ser mordido na nuca depois de atirado ao chão. Como as feridas pareciam ser superficiais, o menino foi primeiro levado à mãe, vindo depois a ser hospitalizado no LKH Leoben (Hospital Estatal de Leoben). O cão foi apenas examinado quanto à raiva.
Calculamos que não seja nada fácil ser pai e mãe ao mesmo tempo, mas a mãe do miúdo, sabendo da existência do cão e a pensar na segurança do seu filho, deveria tê-lo acompanhado àquela casa, porque os cães dentro do seu lar e ao lado dos donos, particularmente os territoriais, sentem-se apoiados, com o dobro da força, arranjam inimigos com facilidade e podem causar vítimas. Sem saber e alheio a tudo isto, o miúdo foi entendido como um intruso. Por seu lado, a dona do cão também não usou da segurança necessária para proteger a criança alheia. Em situações análogas, já sabe – acompanhe sempre o seu filho!

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

PASSAR REVISTA DEPOIS DA SAÍDA DELAS

Permitam-me contestar a visão idílica da sacra harmonia entre cães crianças, hoje considerados por muitas famílias como irmãos, apesar desta “irmandade”, por força dos instintos ou da irresponsabilidade, ser por vezes de pouca duração e acabar da pior maneira possível. Mas vamos primeiro ao relato verídico e só depois às lições que ele encerra. Kris e Cori Clark, moradores em Los Angeles, choram agora a morte de Isa, uma cadela com seis anos de idade que fazia parte da família.
Tudo aconteceu neste último fim-de-semana, quando a cadela descobriu numa xícara esquecida uma embalagem meio vazia e mascada de chicletes “Ice Breakers”, proeza que cometeu sem os seus donos se terem apercebido imediatamente. Quando o casal deu por isso, rumou o mais depressa que pôde para um hospital veterinário, infelizmente tarde demais, porque o animal comeu metade de uma chiclete, o seu fígado deixou de funcionar e acabou por morrer graças ao Xilitol presente no “Ice Breakers”, um aditivo alimentar e adoçante natural frequentemente usado como substituto do açúcar em muitas gomas, de quem já falámos sucintamente no texto “NÃO LAVE OS DENTES DO SEU CÃO COM DENTÍFRICOS PARA HUMANOS”, datado de 15/11/2018 e que é altamente tóxico para os cães.
Analisando o ocorrido sem querer incriminar ninguém, chega-se à conclusão que donos descuidados ou desarrumados são um perigo para os cães, sendo-o ainda mais para as crianças, uma vez que algumas delas acabam mortas pelos animais, mais por incúria dos pais do que por outra razão, e o seu número não pára de aumentar. Mas se há cães capazes de assassinar crianças, também há crianças que involuntariamente acabam por matar cães, ao dar-lhes ou deixar ao seu dispor guloseimas várias, inofensivas para elas, mas altamente tóxicas para os animais, perigo que sempre ronda quem tem cães e recebe visitas em casa com crianças.
Neste caso, o procedimento correcto é passar a casa e o jardim a “pente fino” - em revista, depois da saída das visitas, não vá o cão comer algo que por lá deixaram indevidamente, por descuido ou mau hábito, capaz de fazer perigar a sua saúde ou de acostumá-lo a devorar fatalmente toda a sorte de engodos. Faça sempre isto, mesmo que prévia e atempadamente tenha avisado as suas visitas para não o fazer, porque os vícios, sejam eles bons ou maus, ultrapassam muitas vezes os avisos sem os seus portadores darem conta. Longevo será o cão cujo dono abraça este procedimento.

ATENÇÃO AOS COGUMELOS!

Tenho por hábito, quando saio com o meu cão à rua, circular com ele atrelado, não por ambicionar ser um cidadão modelo, mas para protegê-lo dos perigos que nos cercam. No Outono despontam muitos cogumelos pelos nossos parques e jardins, particularmente nos locais por onde os cães passam e dejectam (os cogumelos adoram o estrume). A maioria destes cogumelos, que proliferam na maior parte do ano, são venenosos e são-no também para os nossos cães. Esta é uma das razões que me leva a circular com o meu CPA negro atrelado – para impedir que ele coma o que não deve!
Como o número dos precavidos sempre foi diminuto quando comparado com o dos incautos, é mais fácil ver um cão solto num jardim público do que atrelado. Penso que foi isso que aconteceu com o cachorro Boston Terrier Dino em Boynton Beach, na Florida/USA, um animal de 7 meses pertencente a Alexandra Barry, que num passeio nocturno comeu alguns cogumelos, vindo a ser intoxicado e tardiamente assistido. Três dias depois dessa caminhada, o veterinário já nada pode fazer e o cachorro acabou por morrer (na foto abaixo).
Agora sem o cachorro e com algo para lamentar, Alexandra Barry avisa todos para terem cuidado com os cogumelos, que eles devem ser levados muito a sério e que, se algum cão os comer, deverá de imediato ser visto por um veterinário, levando-se com ele uma amostra do cogumelo ingerido. É evidente que o número de os cães apreciadores de cogumelos não é elevado, mas sempre arranja adeptos em cachorros, cães que apreciam vegetais e fruta, os tendentes a refluxo e aqueles que comem tudo.
Costumo dizer para quem me dá ouvidos, que um dono ao sair com o seu cão à rua, tem necessidade de ter olhos nas costas. Mas como não há quem os tenha, o melhor é sair com o animal atrelado, e mesmo assim todo o cuidado será pouco. A que grupo pertence você? Ao dos precavidos, ao dos ignorantes ou ao dos incautos? Agora já foi avisado e sabe com o que conta – afaste o seu cão dos cogumelos e impeça que ele os coma!
PS: Se você tem um cão com bom nariz, é apto a recompensar e tem paciência para o ensinar, nada como ensiná-lo a procurar as variedades dos cogumelos certos e a desprezar os restantes, o que seria um bom serviço para ele, para si e para todos ao seu redor.

VIA RIPAMONTI 580

A próspera e florescente cidade de Milão põe mais uma vez em prática o “Plano Frio”, mostrando assim o seu compromisso com os sem-abrigo que são proprietários de cães. Conforme o prometido no Verão passado, o prédio 508 da Via Ripamonti está praticamente pronto, podendo albergar entre 50 e 60 desabrigados com cães. Este imóvel com 500m2, dividido por 2 andares, com um terraço de 90m2 e um grande jardim fechado, foi apreendido em 2010 ao crime organizado que entretanto o havia transformado numa boate.
Este centro de acolhimento estará aberto este Inverno somente à noite. Com as obras de reconstrução levadas a cabo e com a vinda da estação quente, a administração municipal espera mantê-lo aberto 24 horas por dia, mas com um padrão de qualidade bem mais alto. Entretanto, segundo informa a municipalidade, a estrutura existente na Via Graf, no Bairro Oggiaro, que até ao ano passado serviu para o mesmo efeito, encontra-se definitivamente fechada.
Com o “Plano frio”, que decorre de Novembro a Março, Milão pode oferecer cerca de 2.700 camas, para além de um sistema residencial estável com 1.000 vagas disponíveis, graças a um investimento de 4 milhões de euros realizado este ano. Diante disto, apesar de haver sem-abrigos por todo o lado, sempre há uns que passam melhor do que outros, acontecendo o mesmo aos seus cães.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

TREINO MUSCULADO PARA DONOS E CÃES

Antes de descrevermos o trabalho de Sábado passado e considerando que tínhamos infantes entre nós, não querendo que apenas se remetessem ao mundo virtual, desenvolvemos com eles alguns exercícios de ginástica e equilíbrio. Na foto que se segue vemo-los a saltar uma vala de água. Os meninos têm apenas 8 anos de idade, um é franzino e valente, o outro é o seu oposto, grandalhão e medricas. Como entre nós ninguém fica para trás, ambos venceram todos os desafios colocados à sua frente.
A determinada altura da aula, com um propósito aeróbico, constituímos um extensor de solo humano para os cães saltarem, considerando a dureza dos exercícios a desenvolver. Antes que os animais o saltassem, os meninos foram convidados a fazê-lo. Na foto abaixo vemos o Pedro a ultrapassá-lo.
Sobre o parapeito de uma pequena ponte colocámos o Tiago, auxiliando-o até que conseguisse ultrapassar, em segurança, aquela passagem estreita que exigia alguma presença física e equilíbrio.
O binómio Paulo/Bohr continua a apadrinhar e bem, o constituído pelo Nuno e o Boris. O Boerboel está a melhorar satisfatoriamente do ponto de vista social. Neste momento, porque ainda tem agrafes numa mão, está dispensado da ginástica e apenas anda para diante. Quando à sua codificação, já assimilou os comandos de “de pé”, “em frente”, “junto”, “roda”, “alto” e “senta”.
O aquecimento da classe aconteceu sobre bancos de jardim, não sendo permitido aos cães apoiar os pés nos assentos. Apesar de já se encontrar no limiar da 3ª idade, o Ben, o patriarca dos Filas, continua a evidenciar uma saúde articular invejável. Na foto seguinte vemo-lo a ser conduzido pelo José António.
Terminado o aquecimento, os cães foram convidados a deitar-se sobre o banco que lhes serviu de obstáculo. Vemos em primeiro plano o CPA Bohr, depois a Fila Nasha, a seguir o Ben e finalmente a Lexa.
Tal qual libélulas fora de estação e aproveitando-se da época do ano que atravessamos, a vender rifas, saquinhos de cheiro e calendários, grupos de escuteiros invadem as cidades. Aproveitando a presença de um casal deles, a quem comprámos 3 saquinhos de cheiro como permuta, convidámo-los para balizar um salto a efectuar pelo Bohr.
Estes saltos frontais sobre desconhecidos, para além doutras implicações ou vantagens, visam levar de vencida o temor dos cães, o robustecimento do seu carácter e a disponibilidade absoluta para o cumprimento das ordens.
Depois de nos despedirmos dos escuteiros e de endereçar-lhes votos sinceros de festas felizes, levámos a cabo vários exercícios para fundamentar a sociabilização canina que não dispensamos, convidando o Bohr a saltar sobre os binómios José António/Ben e Afonso/Nasha. Pela que a foto abaixo indicia, ainda temos muito trabalho pela frente, porque o Ben está a tirar as medidas ao Bohr e a Nasha ao Adestrador
Como o CPA Bohr encontra-se num nível superior de ensino em relação aos demais, foi iniciado nos “saltos de fisga”, transposições que visam escorraçar intrusos empoleirados e persegui-los sem hesitação e desvios. Como é visível na foto que se segue, esta iniciação aconteceu à trela.

Depois de se mostrar cómodo nesta difícil transposição, o CPA foi convidado a executá-la em liberdade. Na foto que se segue vemo-lo no 1º momento - na entrada.
O 2º momento do salto encontra-se bem registado na foto abaixo, onde podemos ver o Pastor Alemão perfeitamente equilibrado e apostado em ir avante.
Finalmente podemos ver o 3º momento do salto - a saída, onde o Bohr, um tecnicista de nomeada, parte decidido e bem equilibrado para o solo.
Eu não sei se ser “homem-estátua” é uma boa profissão, mas como part-time deve ser rentável, porque não falta por aí quem abrace a ocupação. Junto a um deles, que se suspeita ser estrangeiro, provavelmente oriundo do hemisfério sul, colocámos a Nasha para a fotografia. Devido à imobilidade do homem, a cadela “não tugiu nem mugiu” e o “artista” pôde continuar com a sua representação. Se porventura tivéssemos levado para ali um cão, a “estátua” poderia ter acabado indevidamente com as calças e os sapatos molhados.
Exceptuando aquilo que a genética não deu aos cães, um cão será tanto ou mais valente quanto valente for o seu dono (infelizmente o contrário também acontece com frequência). A transferência mais célere de valentia do dono para o cão acontece pelo exemplo e pela divisão de tarefas, que uma vez aceites pelo animal geram a sua cumplicidade. Obedecendo a estes princípios, os donos saltaram com os cães.
Na foto que se segue, diga-se de rara beleza biomecânica, é possível ver-se o José Maria a saltar com a CPA Mel a vala de água requerida. Pelo salto tangente do dono, pela posição da sua mão esquerda e pelo particular dos posteriores do animal, percebe-se perfeitamente que o salto ficou a dever-se mais ao empenho do dono que à disponibilidade da cadela.
Rebocar um cão e saltar com ele um obstáculo na frente não é uma tarefa fácil, porque o condutor vê-se obrigado a “carregar o cão às costas”, sofrendo assim uma forte oposição ao alongamento que pretende realizar. Mas como a história, dizem, é escrita pelos vencedores, o José António não hesitou em rebocar o teimoso do Ben inicialmente.
Se por alguns momentos o José António e o José Maria viram-se obrigados a rebocar os seus cães, com a Jessy aconteceu precisamente o contrário, porque a Nasha sempre a levou a reboque, obrigando-a a um desempenho físico a que não está acostumada, mas que lhe assenta muito bem na idade.
Se por vezes o desempenho dos alguns donos transforma o treino dos cães num purgatório, outros há que parecem vindos doutra galáxia. No segundo grupo podemos colocar o binómio Afonso/Nasha, cuja cumplicidade e acerto são por demais evidentes.
Da vala de água passámos para o caminhar sobre um muro de 35cm de largo, elevado a 80cm de um lado e a 350cm do outro, com o objectivo de ensinarmos e recapitularmos o comando de “roda” (inversão de marcha) sobre superfícies estreitas.
“Roda” que vemos seguidamente executado pelo binómio José Maria/Mel, com o muro elevado no seu ponto baixo a 160cm. Todos os binómios presentes conseguiram alcançar as metas propostas sem grande dificuldade.
Os muros que aproveitámos para a instrução da classe fazem parte de uma estrutura maior que visa a retenção de águas pluviais, funcionando como barreira protectora contra futuras inundações.
Quando se tem cães capazes de saltar “este mundo e outro” é preciso um cuidado redobrado, porque o abandono dos instintos por parte dos cães pode colocá-los seriamente em risco. Disto conscientes, insistimos veementemente no vencer das curvas de forma apropriada.
Dizem por aí jocosamente, não sei se com verdade ou não, que a tanto nunca cheguei, que um homem idoso entregue a uma mulher nova nunca se faz velho. Enviá-lo-á mais depressa para a eternidade? Não sei! Certo é que um bom cão sempre brilha nas mãos de um velho mestre, particularmente quando este tirou de cima de si 22kg. Partir com a Nasha, seja lá para o que for, é um flash intemporal.
Perante a inexorabilidade que caracteriza o tempo, há que dar o seu a seu dono e preparar os novos para ir mais além, missão que abracei quando reparei no Afonso e apostei em fazer dele um campeão. Apesar da qualidade do moço, algo me diz que nunca virá a ser um adestrador, o que a mim já não me espanta.
Uma maneira divertida para levar de vencida o medo pelos cães é convidar os cinófobos para se constituírem em obstáculo para os animais saltarem, pondo a seu lado pessoas confiantes e de confiança, capazes de transmitir-lhes a paz de espírito que por si mesmos não alcançam. Não é por acaso que a Jessy ficou no meio. Por outro lado, há que pensar na robustez dos miúdos.
Terminámos a aula a transpor escoras de betão de um aqueduto abandonado, inclinadas a 45 graus e elevadas a 350cm, exactamente com a mesma largura dos muros onde anteriormente havíamos exercitado os cães. Na foto vemos parte do trabalho do José Maria com a CPA Mel, vendo-se ao fundo o Tomás coma Lexa.
No final da aula, o Adestrador ordenou ao CPA Bohr que subisse, rodasse e descesse em liberdade uma das escoras convertidas em escada. Trabalho que o Pastor Alemão aceitou prontamente e de bom grado.
Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Afonso/Nasha; José António/Ben; José Maria/Mel; Nuno/Boris; Paulo/Bohr; Svetlana/Cozi e Tomás/Lexa. Os fotógrafos-de-dia foram o José António e o Paulo. Foram nossos colaboradores a Jessy, o Pedro e o Tiago. Para a semana cá estaremos com novos conteúdos de ensino e trabalhos. Boa semana de trabalho. 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

USA: MATAR A TORTO E A DIREITO

Dando cumprimento à já longa tradição de “matar a torto e a direito” pessoas e animais, a começar pelos índios e bisontes (seguindo-se-lhes os negros, os hispânicos e possivelmente os judeus), as autoridades norte-americanas deram ontem luz verde, apesar dos protestos e críticas que se fizeram ouvir, para o uso de bombas de cianeto antipredador, armadilhas designadas por “M-44”, que comprimidas no solo, projectam uma nuvem letal de cianeto de sódio quando um animal morde a sua extremidade, que se encontra equipada com um engodo. Estas bombas destinam-se a matar raposas, coiotes e outros cães selvagens.
No ano transacto, depois da apresentação de uma queixa, a ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY, EPA (Agência Federal de Protecção Ambiental) suspendeu o seu uso, porque uma destas armadilhas feriu uma criança e matou o seu cão no Estado de Idaho. Depois de várias hesitações, as autoridades norte-americanas legalizaram o uso da M-44, ainda que acompanhado por condições mais rigorosas, obrigando à presença de sinais de alerta e a distâncias de amortecimento perto de habitações e vias públicas. Não obstante, estas restrições não convenceram as associações de protecção ambiental.
Collette Adkins (na foto seguinte), Directora de Conservação de Carnívoros e advogada sénior do Centro de Diversidade Biológica da Universidade do Minnesota, disse num comunicado: “Esta decisão assustadora deixa armadilhas de cianeto escondidas na natureza que colocam em risco pessoas, animais de estimação e espécies ameaçadas.”
Kelly Nokes, advogada do Western Environmental Law Center foi mais longe ao afirmar: “A Agência de Protecção Ambiental (EPA) está a trair seu dever fundamental de proteger os animais públicos, domésticos e selvagens do impacto cruel e mortal das bombas de cianeto (mais de 6.500 animais foram mortos no ano passado)”.
Por seu lado, Benny Cox (na foto abaixo), Presidente da American Sheep Industry Association, lembrou que os predadores causavam mais de 232 milhões de dólares (209 milhões de euros) em perdas todos os anos para os ovinicultores. Segundo os números do governo, as M-44 mataram 6.579 animais em 2018, duzentos dos quais indevidamente, como doninhas, guaxinins e ursos.
Parece que o “american way of life” entra invariavelmente em choque com as políticas que visam combater as alterações climáticas, preservar os diferentes ecossistemas e manter a biodiversidade no nosso planeta. Valerá o dinheiro mais do que a vida? Qual será o valor da riqueza diante da morte?

PIADA PARA O FIM-DE-SEMANA: MORTE INESPERADA

Um cavalheiro entra num bar e pergunta a quem pertence o São Bernardo que está lá fora. O dono do cão manifesta-se e quer saber a razão da pergunta. O recém-entrado aproxima-se dele e diz-lhe: “Lamento dizê-lo, mas o meu cão acaba de matar o seu!” O dono do São Bernardo fica perplexo e exclama: “Deve estar a brincar comigo, o meu cão é maior que um burro!” O dono do cão assassino sem hesitar responde-lhe de imediato: “É que ele engasgou-se com o meu chihuahua!”

RANKING SEMANAL DOS TEXTOS MAIS LIDOS

O Ranking semanal dos textos mais lidos obedeceu à seguinte preferência:
1º _ HÍBRIDO DE CHOW-CHOW/PASTOR ALEMÃO: MÁQUINA OU DESASTRE?, editado em 11/05/2016
2º _ OS FALSOS PASTORES ALEMÃES, editado em 24/02/2015
3º _ ADVENTO VIRAL DE TRELA À CINTA, editado em 02/12/2019
4º _ PASTOR ALEMÃO X MALINOIS: VANTAGENS E DESVANTAGENS, editado em 15/06/2011
5º _ PASTORES ALEMÃES LOBEIROS: O QUE OS TORNA ESPECIAIS, editado em 02/11/2015
6º _ PIADA PARA O FIM-DE-SEMANA: UMA QUESTÃO DE HIGIENE, editado em 29/11/2019
7º _ A PESTE SUÍNA AFRICANA NÃO IRÁ DAR DESCANSO AOS CÃES ALEMÃES, editado em 04/12/2019
8º _ QUEM DISSE QUE DOMINGO É DIA SANTO?, editado em 03/12/2019
9º _ PRÁTICA DA TRELA DE SUSPENSÃO, editado em 03/12/2019
10º _ NADA QUE NÃO HOUVÉSSEMOS JÁ SUSPEITADO, editado em 04/12/2019

TOP 10 SEMANAL DE LEITORES POR PAÍS

O TOP 10 semanal de leitores por país ficou assim ordenado:
1º Portugal, 2º Brasil, 3º Ucrânia, 4º Estados Unidos, 5º Região Desconhecida, 6º Alemanha, 7º Reino Unido, 8º França, 9º Irlanda e 10º Rússia.