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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Actividades de campo

As actividades deste fim-de-semana foram de campo, de índole operacional e sociológica, relativas à prestação dos cães e ao melhor desempenho dos donos, havendo ainda lugar para acções típicas de defesa. Os trabalhos desenvolveram-se entre a Capital e Tocadelos, a concorrência às aulas foi grande e o empenho não se ficou por menos. Foram notadas as ausências da Alexandra Ferreira, Ana Pinto, António da Cunha e Clara, entre outros condutores.

Participaram nos trabalho os seguintes binómios: António Almeida/Shadow, Bruno/Iris II, Carla Abreu/Becky, Carla Ferreira/Dirka, Célia/Igor, Francisco/Iris, Joana/Flikke, João Moura/Bonnie, Liliana/Bolt, Luis Leal/Rocky, Maria Luis/Tyson, Marta/Maggie, Miriam/Índigo, Patrícia/Boneca, Roberto/Turco, Rodrigo/Tarkan, Rui Ribeiro/Babel, Tiago/Sane e Vitor Hugo/Yoshi. O Américo Abreu e o Rui Coito colaboraram no desenvolvimento dos trabalhos.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Azeitonas maduras perdidas no verde

Este fim-de-semana continuámos a condução em liberdade e evoluímos em vários percursos indutores à técnica de condução. Tornámos extensível o “corta” a todos os binómios e convidámos alguns deles para o “cruza”. O grupo escolar está a evoluir segundo as expectativas, abraçando as disciplinas clássicas do adestramento sem maior dificuldade. O Rodrigo voltou das férias e já sentia falta do seu amigo Tarkan. A Isabel Silva ficou de resguardo e a Isabel Paiva partiu para Férias. Quem quiser saber da Princesa vai encontrá-la em Tróia. Sentimos a falta da Alexandra Ferreira e contámos com a presença do condutor do Zorro. Graças à iniciativa do Rui Coito, foram distribuídas novas camisolas escolares de cor preta, lembrando azeitonas maduras entre o verde onde evoluímos. Agradecemos o empenho do Rui e do Tiago.

Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: António Cunha/Zorro, António Almeida/Shadow, Bruno II/ Isis, Carla Abreu/Becky, Célia/Igor, Francisco/Iris, Joana/Flick, João Moura/Bonnie, Luís Leal/Teka, Liliana/Bolt, Paulinha/Teka II, Roberto/Turco, Rodrigo/Tarkan, Tiago/Sane, Teresa/Buster e Vitor Hugo/Yoshi. A Carla Ferreira fez de fotógrafa.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A cortar o cordão umbilical

Neste fim-de-semana, o menos concorrido da Escola, optámos por ensinar o “cruza” e o APC aos cães mais velhos, solicitando ainda o “troca” em liberdade. No Domingo convidámos todos os binómios para a condução em liberdade e completámos essa acção com o convite para a transposição de pequenos obstáculos naturais e artificiais. Gradualmente vamos cortando o cordão umbilical aos cães, alterando a condução à trela com momentos de condução desatrelada, Cortar o cordão umbilical (nome que damos à trela), significa transitar da persuasão para o domínio dos comandos verbais, da condução à trela para a condução em liberdade. Ensinámos também o “corta” aos cães presentes e obtivemos um aproveitamento superior aos 83% (só houve um cão que não foi aprovado). A Irina não compareceu porque foi para “Portalhegre”, substantivo próprio do seu linguajar eslavo-português com que identifica a cidade alentejana de Portalegre.
Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Célia/Igor, Francisco Marques/Nick, Luís Leal/Rocky, Roberto/Turco e Teka II, Rui Coito/Shara, Rui Ribeiro/Babel, Tatiana/ Teka I, Tiago/Sane, Teresa/Buster e Vitor Hugo/Yoshi.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Na senda dos simulacros

Este fim-de-semana variámos as nossas actividades, evoluímos em diferentes terrenos e procurámos diferentes capacitações, na procura de simulacros que garantam a melhor prestação canina. Foi com alegria que recebemos o nosso amigo Francisco Soares, companheiro de longa data e pessoa interessada no nosso desenvolvimento. O Rui Coito mostrou potencialidades ao trabalhar a Shara e o Carlos Veríssimo participou nos nossos trabalhos. O Francisco Marques tornou-se líder do Nick em substituição do seu irmão mais velho. A Ana Pinto e o Rui Ribeiro não se fizeram presentes e a Clara encontra-se de férias com os seus Pestanudos. O Eduardo Santos ainda não participou em qualquer sessão de trabalhos, porque se encontra lesionado. A Joana Moura esteve ausente porque foi melhorar o seu inglês para Inglaterra e o Bruno Carreiro não compareceu por imperativos profissionais, sociais ou emocionais.

Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Bruno II/Iris, Carla Abreu/Becky, Carlos Veríssimo/Tot, Célia/Igor, Francisco/Iris, Francisco Marques/Nick, Francisco Soares/Lady, Isabel Silva/Luna, Irina/Max, João Moura/Bonnie, Liliana/Bolt, Princesa/Pipo, Roberto/Turco, Rodrigo/Tarkan, Rui Couto/Shara, Tiago Sane e Victor Hugo/Yoshi.

sábado, 10 de julho de 2010

Da parte para o todo

Este fim-de-semana treinámos os exercícios de obediência necessários ao ofício guardião, pela recapitulação dos automatismos mais comuns e pelo seu tratamento isolado. A ginástica mereceu algum destaque e optou-se pela escalada de muros, respectivamente de 1.20, 1.30 e 1.40 m, atacando-se depois disso alguns pormenores relativos à detecção, perseguição e captura de possíveis intrusos, pressupondo a invasão das propriedades confiadas aos cães. O Rui Coito, mais uma vez e com a alegria usual, trabalhou afincadamente para a capacitação dos cachorros. As actividades encerraram com um passeio cultural sobre um evento histórico agora reavivado. A boa ordem dos trabalhos e actividade cultural ficaram a dever-se, em grande medida, ao apoio logístico fornecido pela Família Abreu (Carla e Américo).

Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Bela/Teka I, Bruno II/Iris II, Carla/Abreu/Becky, Carla Ferreira/Shadow, Célia/Igor, Francisco/Iris, Irina/Max, Isabel Silva/Luna, Joaquim/Maggie, Liliana/Bolt, Luís Leal/Rocky, Paulinha/Teka II, Roberto/Turco, Rodrigo/Tarkan, Tatiana/Teka, Teresa/Buster, Tiago/Sane e Vitor Hugo/Yoshi.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Todos deveriam ter... Uns domínio e outros juízo

Este fim-de-semana aprimorámos a obediência pelo contributo das evoluções no carrossel, porque importa ir ter com as pessoas e adiantar-lhes soluções. É por demais evidente que temos muito a ganhar com isso, uma vez que operamos a sociabilização dos cães, contribuímos para a sua aceitação, reforçamos o nosso colectivo e melhoramos individualmente. Fomos surpreendidos por uns ciclistas que se abeiraram de nós, boquiabertos com a nossa prestação. No seu entender, que por acaso também é o nosso, todos os proprietários caninos deveriam ter o mesmo controle sobre os seus cães, já que um deles disse-se especialista em contra-relógio à frente de cachorros enfurecidos, treino árduo a que involuntariamente se sujeita sete dias por semana.

Contrariando o que é visível nos espaços urbanos, a população que frequenta as escolas caninas é maioritariamente branca e ainda lá aparecem indígenas com cães para “dar caça aos pretos”, sem contudo nada terem para guardar. Felizmente esta turba tende à extinção. Devido à macedónia de raças que prolifera pelos grandes centros, torna-se imperativo familiarizar os bichos com a novidade, porque em todas as raças há gente boa e má e nenhuma delas carrega só virtudes. Grande número de africanos tem pavor de cães e sem saber, pela sua postura e temor, pode despoletar nos animais os seus mecanismos de auto-defesa e agressividade. Cientes do problema, ávidos de solução e sem voluntários, não nos restando outro remédio, optámos por treinar junto dum grupo étnico subsaariano, terminando assim os nossos trabalhos. Neles participaram os seguintes binómios: Ana/Loki, Bruno II/ Iris II, Carla Abreu/Becky, Célia/Igor, Clara/Shara, Francisco/Iris, Isabel Silva/Luna, Joana/Flikke, João Moura/Bonnie, Joaquim/Maggie, Luís Leal/Rocky, Liliana/Bolt, Maria/Isis, Paulinha/Teka II, Roberto/Turco, Rodrigo/Tarkan, Rui Ribeiro/Babel, Tatiana/Teka I, Tiago/Sane, Teresa/Buster e Vitor Hugo/Yoshi. O Rui Coito só sprintou no Sábado e agora já treina para as barreiras.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Líderes em terapia

Este fim-de-semana continuámos no exterior e desenvolvemos manobras típicas do carrossel, praticámos diferentes induções e aprimorámos o 3º automatismo de imobilização. Dedicámos algum tempo à transposição de obstáculos ocasionais e melhorámos o “quieto”. Estes conteúdos de ensino obedeceram a um tríplice objectivo: ao robustecimento da liderança, ao aumento de prontidão dos cães e à sua apresentação perante viandantes e estranhos. A terapia funcionou e o progresso foi visível. Fomos visitados pela Diana Oliveira, uma jovem interessada pelos benefícios da terapia canina, agora a concluir um trabalho escolar. Acabou por conduzir um dos nossos cães.

Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Ana/Loki, Bruno II/Iris II, Célia/Igor, Clara/Shara, Irina/Max, Joana/Flikke, João Moura/Bonnie, Joaquim/Maggie, Luís Leal/Rocky, Liliana/Bolt, Maria/Isis, Paulinha/Teka II Princesa/Ricky, Roberto/Turco, Rodrigo/Tarkan, Rui Ribeiro/Babel, Tatiana/Teka I, Tiago/Sane e Teresa/Buster. O Rui Coito fez-se presente e os cães agradaram-se dele, como já vem sendo hábito.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Compreender a história e usufruir da serra

Este fim-de-semana fomos para a Serra do Socorro, onde desenvolvemos diferentes automatismos e induções. A classe foi concorrida e o trabalho primou pela eficácia. A prole da Luna provou as suas aptidões e o Master matou saudades. Ainda houve tempo para alguns exercícios de endurance e para a instalação da sociabilização. Ali na Serra do Socorro, onde outrora os ingleses tiveram um posto de transmissões, por ocasião da Guerra Peninsular, ainda nos valemos de uma família numerosa para a sociabilização, gente simpática que anuiu ao nosso pedido e que desfrutou dos exercícios divididos e propostos.

Almoçámos na “Charrua” e rumámos para a Pedra Furada, onde nos entregámos às barreiras e a um conjunto de peripécias. Ensinámos alguns cães a nadar correctamente e adaptámos os donos à novidade do ecossistema. A tradicional valentia das nossas mulheres está de volta, exemplo disso foram as prestações das manas Isabel e Célia. No Domingo permanecemos junto ao Palácio de Queluz, onde num parque adjacente nos dedicámos aos automatismos de imobilização. Por necessidade de descanso do Adestrador não houve turno da tarde. Nada sabemos da Carla Ferreira e ignoramos se a Elisabete caiu pela pia abaixo.

Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: António Cunha/Zorro, Bruno/Pepe, Carla Abreu/Becky, Célia/Igor, Francisco/íris, Gonçalo/Rocky, Isabel Silva/Luna, Joana/Flikke, Joaquim/Maggie, Jorge/Juvat, Luís Leal/Teka I, Pedro Rocha/Menina, Roberto/Turco e Teka II, Rodrigo/Tarkan, Teresa/Buster, Vítor Hugo/Yoshi e Zé Gabriel/Master.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Páscoa: Ocasião para a evasão e patuscada

Os feriados religiosos em Portugal sempre foram e agora mais são, ocasiões para a evasão e patuscada. Talvez a doutrina do “ex opere operato” tenha contribuído para a folgança e afastado o povo das suas tradições. Apesar de menos alegres que os nossos congéneres europeus, somos contudo os mais comilões e adoramos a evasão. A Páscoa e o Natal são ocasiões para encher a pança e a maioria ignora o seu significado e importância. A Igreja, ainda que não o queira reconhecer, mostrou-se menos e anda a braços com a pedofilia no seu seio. Muitos confessam-se ateus, a maioria das crianças nem foi baptizada e as igrejas só enchem por conveniência social, casamentos e cerimónias fúnebres. E neste cenário, o que importa a Ressurreição de Cristo, o perdão dos pecados e o acesso à vida vindoura? Especialmente quando a crise está aí e a vida são dois dias.

Também nós sofremos com a tendência popular, muito embora não nos possamos queixar em demasia, porque apenas 1/7 dos nossos alunos tomou essa opção. Trabalhámos Sexta e Sábado e respeitámos o Domingo. Abraçámos a Capital, visitámos a Feira da Ladra, treinámos no Rossio e terminámos à beira do Tejo. Muito do que fizemos já se encontra acima descrito e ainda estivemos na Ericeira. No Sábado fomos interpelados por uma anciã de língua inglesa, que inesperadamente correu para nós com alegria. Disse-nos ser treinadora de cães e adorou a nossa classe. Ainda demos uma entrevista para um matutino e vencemos alguns quilómetros. Os procedimentos urbanos parecem assimilados e a sociabilização canina foi um êxito.

Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Bruno/Pepe, Carla Abreu/Becky, Célia/Igor, Francisco/Íris, Gonçalo/Rocky, Isabel Silva/Luna, Joana/Flikke, João Moura/Bonnie, Joaquim/Maggie, Luís Leal/Teka I, Roberto/ Turco e Teka II, Rodrigo/Tarkan, Tiago/Sane, Teresa/Buster e Vítor Hugo/Yoshi.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Ala arriba!

Com o título não estamos a fazer a evocação do filme de José Leitão de Barros com o mesmo nome, ainda que não fosse despropositada, considerando a importância da obra do realizador e a sua paixão pela antropologia visual. “Ala Arriba” porque passámos o fim-de-semana nas arribas de S.Julião e ali cerrámos fileiras, tal qual gente do mar e amostra ténue das gentes da Póvoa do Varzim. Nada pescámos e não saímos ao mar, apenas usufruímos dele e demos pulmão aos cães (aos donos também).

O trabalho realizado foi variado e alcançado, passou pela indução ofensiva, evoluiu para perseguição, abraçou a emboscada e terminou com o carrossel. Ainda houve tempo para a obediência e para o recurso aos diferentes automatismos direccionais. No Sábado de manhã ainda fizemos alguns percursos de pistagem e finalmente a Elisabete voltou. O Gonçalo trouxe o Rocky e o Vítor Hugo voltou mais devoto e catequizado. Os netinhos do Sr. João Oliveira brincaram na areia ao nosso redor e o Pedro Rocha fez-se presente.

O séquito da Princesa foi para Madrid e não compareceu, sendo acompanhado nessa jornada pelo clã Veiga Santos. O Tiago foi requisitado para o trabalho e o mesmo aconteceu com o Rui Ribeiro. A família Abreu anda com a casa às costas e numa corrida contra-relógio. Breve estará a viver definitivamente em Óbidos. A Isabel Paiva não compareceu e a condutora do Teddy não deu notícias.

Fomos interpelados por vários proprietários de cães e foi-nos dado a apreciar um cachorro CPA negro oriundo da República Checa. Um cruzado de Dálmata associou-se aos trabalhos e foram muitos os que pararam melhor para nos apreciar. Os almoços decorreram no restaurante do “Arquitecto dos Menus” e fomos agraciados com o bom tempo.

Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Ana/Loki, Célia/Igor, Clara/Shara, Elisabete/Lua, Francisco/Íris, Joana/Flikke, João Moura/Bonnie, Joaquim/Maggie, Jorge/Juvat, Luís Leal/Teka I, Roberto/Turco & Teka II, Rodrigo/Tarkan, Teresa/Buster, Vítor Hugo/Yoshi e Zé Gabriel/Master & Menina.

terça-feira, 16 de março de 2010

Sol, muito verde e liberdade

Este fim-de-semana o sol raiou e os vendedores de castanhas queixaram disso, tanto turista e tão poucas vendas. Aproveitámos o sol e rumámos par Sul, procurámos os espaços verdes e variámos os ecossistemas. Sábado pela manhã fomos para o Estoril e aguardámos com ansiedade a conclusão da prova de admissão da Joana aos Salesianos. Ali executámos as tarefas próprias do trabalho geral e o treino específico incidiu sobre o “quieto à distância” (50 metros). Em abono da verdade não podíamos pedir mais, porque a classe era maioritariamente constituída por cachorros. Os poucos cães adultos presentes executaram as ordens em liberdade e evoluíram nas manobras de sociabilização sem novidade ou entrave.

Da parte da tarde fomos para Lisboa e assentámos arraiais no Jardim da Estrela, onde fizemos uma caminhada de 3.000 metros. Escolhemos aquele local por causa da alta proliferação de cães que por ali passam, considerando a necessidade objectiva da sociabilização dos nossos. Alguns condutores foram-se abaixo das “canetas” e o Rodrigo fez a última volta a reboque do Tarkan. Gradualmente o Joaquim vai trocando o reggae pelo passo de ganso e a irmã dele, como já foi dito, alcançou importante vitória. O Igor começa a demonstrar valentia e a Íris só por coincidência se parece com uma cadela. A Isabel Silva continua o bom trabalho com a Luna, muito embora evolua de asa aberta, de braço esticado para fora.

Passámos os dois turnos de Domingo na Lagoa Azul, apinhada de gente e superlotada de cães. Até os bombeiros decidiram ali concentrar-se, afortunadamente a Serra é grande e a mata apresenta-se infinda. A coberto do verde e rodeados pela Lagoa, introduzimos a cachorrada à disciplina de pistagem. O parecer positivo foi unânime e os cães adoraram o trabalho. Da parte da tarde repetimos as acções, agora com a companhia da Alexandra, Octávio, Manuel e Célia. Almoçamos junto ao Palácio da Vila no Restaurante Paris, onde a confecção é esmerada e os preços convidativos. A Ana Pinto andou de sidecar, com o Loki e a Babel, treinando a condução com a dupla prisão. O Yoshi está a amadurecer e resiste ao convívio com forasteiros, a Amora “comeu” mato e mostrou as suas capacidades de pisteira. A Clara perdeu as chaves da carrinha e a Shara ainda não sabe encontrá-las, acabou apeada às portas da Penha longa, aguardando a vinda do marido com outras chaves.

Notaram-se as ausências da Carla Abreu e da Elisabete, da Joana e do Rui Ribeiro. Já há muito que não temos notícias do Rui Santos e gostaríamos de tê-las. No Domingo não convidámos para o treino o Joaquim e a Teresa, pois tornava-se importante dar descanso à Matriarca da família. Breve o Américo vai tirar o gesso e Carla Ferreira, semana após semana, tarda em aparecer. O Pedro Costa foi o ar que lhe deu, pois decidiu ir tirar o brevet de piloto aeronáutico lá para as bandas de Santa Cruz. O Jorge não compareceu por necessitar de estudar. Oxalá o estudo lhe sirva de proveito e tenha menos negativas que no período anterior.

Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Alexandra/Abu, Ana/Loki & Babel, Célia/Igor, Clara/Shara, Francisco/Íris, Isabel Paiva/Amora, Isabel Silva/Luna, João Moura/Bonnie, Joaquim/Maggie, Luís Leal/Teka I, Manuel/Mini, Octávio/Greg, Princesa/Ricky, Roberto/Turco & Teka II, Rodrigo/Tarkan, Tiago/Sane, Teresa/Buster, Vítor Hugo/Yoshi, Zé Gabriel/Master e o Pedro Rocha ainda conduziu a Menina.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Sair para vencer e voltar melhor

Este fim-de-semana continuámos no exterior, porque os cães são para o quotidiano e é lá que se encontram os seus maiores desafios. No Sábado de manhã rumámos ao Cais do Sodré, onde testámos a obediência dos nossos cães nessa zona da Capital, na expectativa de transferir da teoria para a prática os conteúdos de ensino. Temos evoluído gradativamente diante das dificuldades citadinas e de acordo com as garantias dadas por condutores e cães.

Todos os binómios presentes foram convidados a circular nessa Praça, a usar as passadeiras para peões e a confundirem-se com os demais cidadãos. Foi proposta uma prova avaliativa e a aposta foi aceite por toda a classe. Os resultados oscilaram entre os 85 e 95% de acerto e a totalidade só não foi atingida por culpa dos condutores. As melhores prestações foram alcançadas pela Teka II, pelo Turco e Teka I, respectivamente conduzidos pelo Roberto Mariano e pelo Luís Leal. A Clara alcançou destaque o Loki desfilou assustado.

Da parte da tarde convidámos os cachorros recém-chegados para o mesmo trabalho e tudo correu dentro da maior normalidade, apesar do barulho das sirenes, da densidade do trânsito e do movimento da multidão. Trabalhámos ainda junto ao Tejo, entre turistas nacionais e estrangeiros, para espanto dos pescadores e gáudio dos que nos apreciaram. Nesta ocasião reparámos os erros de condução mais visíveis na 1ª parte dos trabalhos e aproveitámos para desfrutar os escassos raios solares de Inverno. Almoçamos no McDonalds de Santos.

No Domingo rumámos ao jardim fronteiriço ao Casino do Estoril e aproveitámos um dos seus repuxos com círculo de 36 m. A classe foi concorrida e os resultados surpreenderam pela positiva. O Zorro comportou-se à altura e a Amora espantou pela sua prestação. A Clara usufrui do trabalho doméstico e a Célia está a entender-se melhor com o Igor. A Bonnie continua a evidenciar dificuldades no “quieto” e o mesmo sucede com a Babel. O Loki, O Zorro e a Amora trabalharam em liberdade na última parte dos trabalhos. Talvez esta tenha sido a melhor aula do Yoshi, cachorro excessivamente irrequieto e ávido de novas experiências sexuais.

Almoçamos em S. Pedro do Estoril na Pizzaria “Os Gordos”. A comida é excelente e os preços recomendáveis. Da parte da tarde fomos para a Boca do Inferno, onde recapitulámos os exercícios propostos no turno da manhã. Alguns cachorros denotam pouca versatilidade e excesso de sedentarismo, algum incómodo face à novidade dos diferentes ecossistemas. A Pescadinha ainda apareceu com o Teddy e desta vez o labrador não aprontou como é seu hábito. Terminámos com a chegada da noite e voltámos para casa com o saco cheio de vitórias. Coube à Marta a reportagem fotográfica dos trabalhos dominicais.

Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Ana/Loki, António Cunha/Zorro, Bruno/Pepe, Carla Abreu/Becky, Carlos Santos/Fortuna, Célia/Igor, Clara/Shara, Francisco/Íris, Isabel Paiva/Amora, Isabel Silva/Luna, João Moura/Bonnie, Joaquim/Maggie, Jorge/Juvat, Luís Leal Teka I, Pescadinha/Teddy, Roberto/Turco e Teka II, Rodrigo/Tarkan, Rui Ribeiro/Babel, Tiago/Sane, Teresa/Buster e Vítor Hugo/Yoshi.

terça-feira, 2 de março de 2010

Alerta laranja e pastéis de nata

Apesar do Alerta Laranja decretado pelas entidades oficiais, a Escola laborou a tempo inteiro neste Fim-de-Semana. E não fosse o diabo tecê-las, aproveitámos a depressão da Ribeira de Ilhas para iniciarmos os nossos trabalhos no Sábado. Aquele local funciona como anticiclone para a zona oeste, reagindo contra o mau tempo de nordeste e contrariando os ventos continentais. A queda de árvores aconteceu a altitudes superiores e beneficiámos da baixa pressão. Do vento não nos livrámos, mas nem por isso deixámos de trabalhar e conviver, apesar de únicos naquele local e afastados de qualquer prece. A chuva não nos incomodou e a obediência resultou incondicional.

Da parte da tarde o tempo fez caretas e acabámos por ir visitar o “Nibal” à Lourinhã, um dos nossos últimos cães cinzentos. Depois disso terminámos as nossas actividades na casa dos pais da Teresa do Buster, onde fomos obsequiados com um lanche substancial, com honrarias, deferência, pompa e circunstância. Daqui agradecemos à Teresa mãe o esmero e a disponibilidade patenteados.

No Domingo treinámos em Lisboa, no jardim que adoptámos e que dá para o Estabelecimento Prisional de Lisboa. O piso estava pesado e todos saímos carregados de água. Almoçámos no restaurante do Parque Eduardo VII, entre espanhóis e chineses, onde sem sucesso um grupo de asturianos intentava passar por andaluz. Continuámos os trabalhos no mesmo local pela tarde, agora com a companhia da Célia e do Rodrigo. O rapaz, que hoje fracturou um pulso num jogo de futebol, é um dos poucos que ainda vai à catequese, ainda que o faça por rogo dos pais e a pensar nos cães.

Desenvolvemos diferentes manobras de carrossel, privilegiámos os vários momentos de supercompensação, alegrámo-nos com a decisão da Isabel e encantámo-nos com o querer da Célia. A Ana Pinto teve trabalho redobrado porque o Rui teve que se apresentar ao trabalho. O Dr. João Franco não compareceu e a Carla Ferreira continua ausente. A Joana não trabalhou e a Família Ferreira & Veiga Santos foi dispensada dos trabalhos. A Princesa só trabalhou no Sábado e a Elisabete compareceu.

A despedida oficial do Eduardo foi feita no almoço de Sábado, no Restaurante Kaipirão em Mafra. A viagem de automóvel até França durou 21 horas e o dono do Micks e da Vega foi abastecido de pastéis de nata. Das tropelias da viagem o fórum do site conta os pormenores. Condutor e cães chegaram ilesos, prontos para novos desafios e para junto da restante família.

Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Ana/Loki, Bruno/Pepe, Carla Abreu/Becky, Célia/Igor, Clara/Shara, Elisabete/Lua, Francisco/Íris, Gonçalo/Rocky, Isabel/Luna, João Moura/Bonnie, Joaquim/Maggie, Luís Leal/Teka I, Princesa/Ricky, Roberto/Turco, Rodrigo/Tarkan, Tiago/Sane, Teresa/Buster, Vítor Hugo/Yoshi e Zé Gabriel/Master.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Upstairs, downstairs

Este fim-de-semana trabalhou-se a todo o vapor, primeiro no Parque Eduardo VII, depois no Jardim de Belém. No Domingo começámos em Ribeira de Ilhas, fomos para o Penedo Lexim e acabámos em Meleças na residência da Família Moura, onde fomos obsequiados com um principesco lanche. Sábado foi dedicado à sociabilização e às figuras de obediência. Os binómios mostraram uma melhoria significativa e o trabalho decorreu conforme o esperado.

A Célia, o Francisco e o Joaquim fizeram-se acompanhar pelas suas novas aquisições e a primeira terminou os trabalhos com os bofes de fora. Fomos ainda visitados pelo Sr. Paulo Serra Pedro e pelo seu filho Nuno, condutores do Tag e da Nicky (trabalharam connosco). A Elisabete foi gozar o Carnaval para o Porto e deixou a Lua ao nosso cuidado. O Bruno ausentou-se para parte incerta e o João Franco finalmente reapareceu. O Rui Ribeiro não compareceu por razões profissionais.
Domingo foi dedicado à melhoria dos ritmos vitais e à musculação, tirando-se partido da escadaria existente junto à Praia de Ribeira de Ilhas. O tempo esteve gélido e ventoso, mas ninguém acusou o frio durante e depois do trabalho. No Penedo do Lexim introduzimos a pistagem e acabámos mais cedo mercê das circunstâncias anteriormente relatadas. Em Meleças fizemos treino de conjunto e sem período de trabalho específico. O Yoshi continua a fintar o Vítor Hugo e o dono precisa de melhorar a sua técnica.
Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Alexandra/Abu, Américo/Becky, Ana/Loki, António Cunha/Zorro, Carla Abreu/Nina, Célia/Igor, Clara/Shara, Eduardo/Micks, Francisco/Luna, Joana/Flikke, João Franco/Zappa, João Moura/Bonnie, Joaquim/Maggie, Jorge/Audaz, Luís Leal/Teka I, Manel/Mini, Nuno/Nicky, Octávio/Greg, Paulo SP/Tag, Pescadinha/Teddy, Princesa/Ricky, Roberto/Turco, Rodrigo/Tarkan, Teresa/Buster, Vítor Hugo/Yoshi e Zé Gabriel/Master. Batemos o recorde de presenças da semana passada, 26 binómios fizeram-se presentes (isto sem contar com o Pedro A. Rocha que conduziu a Menina).

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O Leão papa-cães e os cães estátua

Um fim-de-semana para os duros, assim se pode descrever o trabalho que desenvolvemos Sábado e Domingo. Começámos no Parque Eduardo VII, paredes-meias com o Estabelecimento Prisional de Lisboa, onde evoluímos em esquadras, repetimos a evolução cobra, tirámos partido de obstáculos humanos, desenvolvemos algumas Manobras de Sociabilização, recapitulámos todos os automatismos direccionais e ainda abraçámos alguns de imobilização. No meio da azáfama fomos surpreendidos por um jovem lunático, há quem jure que estava pedrado. O rapazola, depois da veemência das ameaças que proferia, intentava soltar o leão da estátua do Marquês de Pombal no intuito de devorar todos os nossos cães. O tempo concorreu a nosso favor e acabámos por ir almoçar ao campo do Palmense, um clube de bairro traseiro à Rua das Laranjeiras, onde o repasto é para “enfarta brutos” e a colectividade é tipicamente suburbana e bairrista.

Depois do almoço fomos para Monsanto, para as imediações do Parque do Alvito, onde começámos a ensinar o “deita” aos cachorros e a treinar as imobilizações junto à estrada, de modo progressivo e sem colocar em risco a integridade dos animais. Servimo-nos de obstáculos artificiais e procedemos à instalação e recapitulação do comando de “up”. O Francisco com a Luna juntou-se ao grupo e todos rumámos, mais uma vez, ao Jardim de Belém, tendo pelas costas a Fábrica dos Pastéis.

Em Belém apostámos na sociabilização com outros cães e entre humanos (adultos, idosos, crianças, minorias raciais, vendedores e polícias). Tudo correu conforme o previsto e fomos rodeados por uma grande multidão que instava connosco para posar para o “boneco”. Os cães ficaram imobilizados à distância e sujeitos ao boliço da criançada que se circulava de carrinho, bicicleta e patins, abanando ruidosos balões e tentando tirar os cães do sério. Ainda pedimos aos cães adultos que ultrapassassem obstáculos decorativos e demos várias voltas pelo perímetro do Jardim, em frente por 1 e por entre as gentes. Trabalhámos 7 horas neste Sábado e alguns maduros solicitaram a ajuda das pomadas.

Domingo iniciámos os trabalhos na Foz do Lisandro, onde continuámos o trabalho do dia anterior e desenvolvemos novas tarefas. Procurámos melhorar a expressão corporal dos condutores e encetámos alguns percursos de galope pela perseguição. Coube à Vega a tarefa e todos correram na sua frente, acabando em “queda máscara” e com muita alegria. A Becky e o Buster aproveitaram os momentos de supercompensação para escavar covas onde depois se vieram a deitar. Almoçámos no João da Vila Velha e rumámos para a Lagoa Azul, onde pouco trabalhámos e a chuva persistiu.

Apesar das faltas, este fim-de-semana bateu o recorde de presenças: 23 binómios. Os participantes honraram os seus compromissos e os cães evoluíram conforme o esperado. Ainda houve tempo para a ginástica dos condutores e o Rodrigo mostrou-se altaneiro sobre os colegas, apesar de vermelhão e por vezes rebocado. A Princesa retornou aos trabalhos e deslumbrou. Há gente assim, que mesmo sem crer, nasceu para a capa das revistas.

Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Alexandra/Abu, Américo/Becky, Ana/Loki, António Cunha/Zorro, Bruno/Pepe, Carla Abreu/Nina, Clara/Shara, Eduardo/Micks, Elisabete/lua, Francisco/Luna, Gonçalo/Cuca, Joana/Flikke, João Moura/Bonnie, Jorge/Audaz, Luís Leal/Teka I, Manel/Mini, Princesa/Ricky, Roberto/Turco, Rodrigo/Tarkan, Rui Ribeiro/Babel, Teresa/Buster, Vítor/Hugo/Yoshi, Zé Gabriel/Master e a Marta foi a fotógrafa.