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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Sábado, 25 de Abril - Do Cravo para a Rosa

Ao contrário do que parece, este título não é uma insinuação política, coisa própria do programa "Contra-Informação". Ele está apenas ligado à circunstância temporal e ao local geográfico onde desenvolvemos os nossos trabalhos, porque aproveitámos o dia da revolução dos cravos para trabalhar entre rosas, na nossa pista táctica, repleta de flores desta variedade, de várias cores e diferentes combinações.






Este fim-de-semana foi dedicado ao adestramento escolar, tirando-se partido do princípio pedagógico da sobrecarga, trabalhando os binómios de manhã e de tarde. E aqueles que se fizeram presentes foram: Ana/Isis e Loki; Alexandra/Pipa; Filipe/Jürgen; João Franco/Zappa; Joana/Flikke; Manel/Mini; Maria/Nina; Octávio/Greg; Pescadinha/Teddy; Rita/Zara; Sofia/Bonna,Nobel e Zazu; Susana/Pascoalito e Zé Gabriel/Master.

A parte teórica foi dedicada ao "Quadro Geral de Temperatura e Humidade" e ao "Plano de Aula", a parte prática incidiu sobre as disciplinas de obediência, ginástica, endurance e guarda, visando o objectivo central do adestramento: a salvaguarda canina. Foram também desenvolvidos alguns complementos curriculares, tais como o transporte e a técnica de condução, com especial ênfase para a condução à distância, dita nuclear. No transporte optou-se pela entrega de ferramentas de uso corrente, na procura da complementaridade canina. Nota de destaque para o Zazu, um verdadeiro "Às" neste ofício, que junta ao cumprimento das ordens um cuidado especial, uma alegria transbordante e uma velocidade invejável. Infelizmente não temos reportagem fotográfica deste trabalho, (Ai Princesa que tanta falta fazes!). Certamente não nos faltará ocasião para tal, porque a recapitulação é prática corrente entre nós. Na guarda, introduzimos os ataques à manga oculta, para preparar os cães para o mundo do espectáculo (cinema e televisão). A Alexandra Ferreira revelou-se uma excelente colaboradora neste trabalho. Oxalá Hollywood não saiba, porque esta aluna faz-nos muita falta.





















Os alunos entenderam a mensagem deixada no Blog, entrando na Escola à hora certa, o que há muito não acontecia.


O Flikke, ao contrário dos seus irmãos, continua a nada transportar, mais por culpa da dona do que por incapacidade genética. Contudo, melhorou nos automatismos de imobilização. O rendimento geral foi bom e aconteceram vários acertos técnicos.

O Greg vai ser outra vez papá, está-lhe a apanhar o gosto. Fomos visitados pelo João Esteves, um ex-aluno e que intenta voltar para a Escola, diz-se cheio de saudades e ficou a assistir à aula.

domingo, 22 de março de 2009

Na foz do Rio Sizandro

No sábado passado rumámos à foz do Rio Sizandro (entre a Ericeira e Santa Cruz) para mais uma aula com os nossos fiéis amigos. As condições meteorológicas para aqueles lados não eram nada animadoras pelo que se tornou urgente começármos a trabalhar rapidamente para não sentirmos o frio que teimava em ficar. Desta feita, o sr. João Garrido tomou o comando das operações e iniciámos o treino com o comando "quieto" com uma distância entre cada elemento do binómio de cerca de 200m. De seguida, tivemos o treino de evolução em esquadras e por último, antes de irmos almoçar, seguiu-se o treino do ataque à manga (até porque também tínhamos que praxar o mais recente aluno: o Filipe do Jürgen) - de salientar o excelente desempenho dos pastores alemães júniores que já percebem como fazer uso dos seus dentes!


Da parte da tarde, embora o tempo continuasse "farrusco" fomos tentar pôr em prática uma outra actividade: atravessar o rio numa espécie de "barcaça" improvisada com a ajuda de uma corda que ligava uma margem à outra. O primeiro passo foi conseguido com grande sucesso graças ao Nobel que transportou a corda de um lado ao outro, mas o objectivo de fazer a travessia não foi completamente conseguido: é que a altura da água não era a desejável o que tornou a travessia do primeiro binómio (Xico-Pongo) um pouco complicada na fase final, tendo o Xico que saltar da "embarcação" antes de chegar a terra firme. Quem também não conseguiu chegar a terra firme seca foi a Ana Cristina, conhecida entre nós como a Pescadinha: é que o seu Teddy sequioso de aventura fez com que a "embarcação" virasse e acabaram os dois dentro do rio! Escusado será dizer que quem estava para embarcar perdeu completamente a vontade de ir, mas não perdeu a vontade de dar umas valentes gargalhadas à custa da Pescadinha.


Depois de nos recompormos das dores musculares provocadas pelas gargalhadas, foi altura de pormos outros musculos a trabalhar e voltámos ao treino, desta feita em piso seco.



Por alturas do pôr-do-sol, embora este não se fizesse notar em todo o dia, foi altura de darmos descanso aos nossos animais e rumarmos a casa com a sensação de que tinha sido mais um dia muito bem passado, tal podem constatar pelos vídeos que se seguem: