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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Dançar nos píncaros
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Azeitonas maduras perdidas no verde
Este fim-de-semana continuámos a condução em liberdade e evoluímos em vários percursos indutores à técnica de condução. Tornámos extensível o “corta” a todos os binómios e convidámos alguns deles para o “cruza”. O grupo escolar está a evoluir segundo as expectativas, abraçando as disciplinas clássicas do adestramento sem maior dificuldade. O Rodrigo voltou das férias e já sentia falta do seu amigo Tarkan. A Isabel Silva ficou de resguardo e a Isabel Paiva partiu para Férias. Quem quiser saber da Princesa vai encontrá-la em Tróia. Sentimos a falta da Alexandra Ferreira e contámos com a presença do condutor do Zorro. Graças à iniciativa do Rui Coito, foram distribuídas novas camisolas escolares de cor preta, lembrando azeitonas maduras entre o verde onde evoluímos. Agradecemos o empenho do Rui e do Tiago.sexta-feira, 16 de julho de 2010
Acendras on tour
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Poucos a trabalhar para muitos
Neste último fim-de-semana foram poucos os binómios que se apresentaram ao treino, muita gente anda a banhos e as mães carregaram a filharada para o litoral. No entanto, uma pequena célula trabalhou afincadamente para o progresso das classes, funcionando como embrião para o desenvolvimento colectivo, capitaneados pelo Bruno II (o alentejano) e pela Ana Pinto. O nosso Würstchen (porque não podemos revelar a sua alcunha escolar) voltou com o Pepe e abraçou os trabalhos com o ânimo usual. O Rui Coito continua a ensaiar para o “Padrinho IV” e tem melhorado as suas performances. A Princesa levou o seu séquito para Tróia e a nossa aluna eslava rumou pra o Algarve acompanhada pelo Max. A condutora da Luna fez gazeta e o Luís Leal foi prà Praceta. A Isabel Paiva não compareceu, O Master foi com Guia de Marcha para a Lourinhã e pouco ou nada sabemos sobre a recuperação do Zappa.terça-feira, 27 de abril de 2010
Compreender a história e usufruir da serra
Este fim-de-semana fomos para a Serra do Socorro, onde desenvolvemos diferentes automatismos e induções. A classe foi concorrida e o trabalho primou pela eficácia. A prole da Luna provou as suas aptidões e o Master matou saudades. Ainda houve tempo para alguns exercícios de endurance e para a instalação da sociabilização. Ali na Serra do Socorro, onde outrora os ingleses tiveram um posto de transmissões, por ocasião da Guerra Peninsular, ainda nos valemos de uma família numerosa para a sociabilização, gente simpática que anuiu ao nosso pedido e que desfrutou dos exercícios divididos e propostos.
Almoçámos na “Charrua” e rumámos para a Pedra Furada, onde nos entregámos às barreiras e a um conjunto de peripécias. Ensinámos alguns cães a nadar correctamente e adaptámos os donos à novidade do ecossistema. A tradicional valentia das nossas mulheres está de volta, exemplo disso foram as prestações das manas Isabel e Célia. No Domingo permanecemos junto ao Palácio de Queluz, onde num parque adjacente nos dedicámos aos automatismos de imobilização. Por necessidade de descanso do Adestrador não houve turno da tarde. Nada sabemos da Carla Ferreira e ignoramos se a Elisabete caiu pela pia abaixo.
Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: António Cunha/Zorro, Bruno/Pepe, Carla Abreu/Becky, Célia/Igor, Francisco/íris, Gonçalo/Rocky, Isabel Silva/Luna, Joana/Flikke, Joaquim/Maggie, Jorge/Juvat, Luís Leal/Teka I, Pedro Rocha/Menina, Roberto/Turco e Teka II, Rodrigo/Tarkan, Teresa/Buster, Vítor Hugo/Yoshi e Zé Gabriel/Master.segunda-feira, 8 de março de 2010
Sair para vencer e voltar melhor
Este fim-de-semana continuámos no exterior, porque os cães são para o quotidiano e é lá que se encontram os seus maiores desafios. No Sábado de manhã rumámos ao Cais do Sodré, onde testámos a obediência dos nossos cães nessa zona da Capital, na expectativa de transferir da teoria para a prática os conteúdos de ensino. Temos evoluído gradativamente diante das dificuldades citadinas e de acordo com as garantias dadas por condutores e cães.
Todos os binómios presentes foram convidados a circular nessa Praça, a usar as passadeiras para peões e a confundirem-se com os demais cidadãos. Foi proposta uma prova avaliativa e a aposta foi aceite por toda a classe. Os resultados oscilaram entre os 85 e 95% de acerto e a totalidade só não foi atingida por culpa dos condutores. As melhores prestações foram alcançadas pela Teka II, pelo Turco e Teka I, respectivamente conduzidos pelo Roberto Mariano e pelo Luís Leal. A Clara alcançou destaque o Loki desfilou assustado.
Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Ana/Loki, António Cunha/Zorro, Bruno/Pepe, Carla Abreu/Becky, Carlos Santos/Fortuna, Célia/Igor, Clara/Shara, Francisco/Íris, Isabel Paiva/Amora, Isabel Silva/Luna, João Moura/Bonnie, Joaquim/Maggie, Jorge/Juvat, Luís Leal Teka I, Pescadinha/Teddy, Roberto/Turco e Teka II, Rodrigo/Tarkan, Rui Ribeiro/Babel, Tiago/Sane, Teresa/Buster e Vítor Hugo/Yoshi.segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Upstairs, downstairs
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
O Leão papa-cães e os cães estátua
Um fim-de-semana para os duros, assim se pode descrever o trabalho que desenvolvemos Sábado e Domingo. Começámos no Parque Eduardo VII, paredes-meias com o Estabelecimento Prisional de Lisboa, onde evoluímos em esquadras, repetimos a evolução cobra, tirámos partido de obstáculos humanos, desenvolvemos algumas Manobras de Sociabilização, recapitulámos todos os automatismos direccionais e ainda abraçámos alguns de imobilização. No meio da azáfama fomos surpreendidos por um jovem lunático, há quem jure que estava pedrado. O rapazola, depois da veemência das ameaças que proferia, intentava soltar o leão da estátua do Marquês de Pombal no intuito de devorar todos os nossos cães. O tempo concorreu a nosso favor e acabámos por ir almoçar ao campo do Palmense, um clube de bairro traseiro à Rua das Laranjeiras, onde o repasto é para “enfarta brutos” e a colectividade é tipicamente suburbana e bairrista.segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
SÁBADO VERDE, DOMINGO CINZENTO
As actividades neste fim-de-semana foram variadas e serviram diferentes propósitos. Sábado viemos para a cidade, batemos calçada, navegámos, pisámos relva e convivemos com quem nos cruzámos. Começámos no Jardim do Campo Grande, onde treinámos obediência e endurance. Depois levámos a cachorrada a andar de barco e acabámos por almoçar na Buraca por indicação do Eduardo Santos. Da parte da tarde fomos para o Jardim de Belém e usufruímos da companhia dos seus visitantes, onde evoluímos em esquadras, procedemos a diferentes figuras de imobilização e apostámos na sociabilização dos nossos cães. O dia esteve de feição.
Domingo permanecemos na Escola, debaixo dum dia cinzento e entregues à ventania, à humidade e ao desconforto. Desenvolvemos diferentes evoluções e acompanhámos os cachorros de perto. Chamámos à atenção para a necessidade da excursão diária do Shadow, demos os parabéns à Teresa pela empatia que tem com o Buster, sentimos a falta do Dr. Zé Gabriel, que para além de condutor de créditos firmados, é agora um fadista de eleição e muito solicitado. Foi para Vila Flor e parece que foi muito bem tratado e ovacionado. Almoçámos no Retiro do Volante, na Carapinheira.
A classe foi muito concorrida e maioritariamente de Pastores, trabalhámos os quatro turnos e o Gonçalo Albuquerque, mais uma vez e apesar das promessas, baldou-se. Continuamos sem notícias do Dr. João Franco e o João Domingues não merece maior preocupação (é costume). A Ana Pinto e o Rui Ribeiro estiveram ausentes, a Isabel Silva e o Roberto Mariano não compareceram aos trabalhos e a Lila foi um ar que se lhe deu. Sentimos a falta do Pedro Costa e há muito que não vemos o Xico. A Becky é a Xita II e começa a evidenciar potencial. A Bonnie não nega a sua ascendência no Schwartz e o Juvat ofendeu-se com uns podengos enjaulados. No final ainda fomos comprar um trem de limpeza para a Becky e deliciámo-nos com a companhia da mães da Teresa e do Eduardo. A Pastora do Tiago tem uma ninhada com 2 cadelas e o Buster está a melhorar das mãos. A Xita não trabalhou e a Joana não pôde ser marinheira.
Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Alexandra/Abu, Américo/Becky, António Cunha/Zorro, Bruno/Pepe, Carla Abreu/Nina, Carla Ferreira/Shadow, Clara/Shara, Eduardo/Micks, Elisabete/Lua, Francisco/Luna, Joana/Flikke, João Moura/Bonnie, Jorge/Juvat, Luís Leal/Teka I, Manel/Mini, Octávio/Greg, Princesa/Ricky, Rodrigo/Tarkan, Teresa/Buster e Vítor Hugo/Yoshi.
Domingo permanecemos na Escola, debaixo dum dia cinzento e entregues à ventania, à humidade e ao desconforto. Desenvolvemos diferentes evoluções e acompanhámos os cachorros de perto. Chamámos à atenção para a necessidade da excursão diária do Shadow, demos os parabéns à Teresa pela empatia que tem com o Buster, sentimos a falta do Dr. Zé Gabriel, que para além de condutor de créditos firmados, é agora um fadista de eleição e muito solicitado. Foi para Vila Flor e parece que foi muito bem tratado e ovacionado. Almoçámos no Retiro do Volante, na Carapinheira.
A classe foi muito concorrida e maioritariamente de Pastores, trabalhámos os quatro turnos e o Gonçalo Albuquerque, mais uma vez e apesar das promessas, baldou-se. Continuamos sem notícias do Dr. João Franco e o João Domingues não merece maior preocupação (é costume). A Ana Pinto e o Rui Ribeiro estiveram ausentes, a Isabel Silva e o Roberto Mariano não compareceram aos trabalhos e a Lila foi um ar que se lhe deu. Sentimos a falta do Pedro Costa e há muito que não vemos o Xico. A Becky é a Xita II e começa a evidenciar potencial. A Bonnie não nega a sua ascendência no Schwartz e o Juvat ofendeu-se com uns podengos enjaulados. No final ainda fomos comprar um trem de limpeza para a Becky e deliciámo-nos com a companhia da mães da Teresa e do Eduardo. A Pastora do Tiago tem uma ninhada com 2 cadelas e o Buster está a melhorar das mãos. A Xita não trabalhou e a Joana não pôde ser marinheira.
Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Alexandra/Abu, Américo/Becky, António Cunha/Zorro, Bruno/Pepe, Carla Abreu/Nina, Carla Ferreira/Shadow, Clara/Shara, Eduardo/Micks, Elisabete/Lua, Francisco/Luna, Joana/Flikke, João Moura/Bonnie, Jorge/Juvat, Luís Leal/Teka I, Manel/Mini, Octávio/Greg, Princesa/Ricky, Rodrigo/Tarkan, Teresa/Buster e Vítor Hugo/Yoshi.segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
CHURRO E ROTA DAS LAVADEIRAS
Este fim-de-semana continuámos os trabalhos desenvolvidos nos dias anteriores, desenvolvidos no exterior e pela variação de ecossistemas. Sábado foi um dia de trabalho intenso. Começámos pelo trabalho do churro e introduzimos o comando de “busca”, ensinando posteriormente os cachorros à sua entrega. Da parte da tarde fizemos a antiga rota das lavadeiras, numa extensão de 12.600 metros, ora debaixo de chuva; ora fustigados pelo vento. O itinerário foi: Santa Eulália, Rio Mau, Vale de Uge, Avessada, Carrasqueira, Casal Moinho, Abrunheira e Carapinheira. O objectivo do passeio foi a fixação do “junto” e o pequeno Rodrigo junto com e seu Tarkan ainda fizeram 10.000 metros. Em cada 2 km era feito um controle e tudo correu bem, sem acidentes e para agrado dos binómios. Algumas partes do percurso são razoavelmente acidentadas, oferecendo declives prolongados com 30% de inclinação e subidas a 45º. A motorista escalada foi a Lila e coube à Joana o lugar de fila-guia. A velocidade horária do pelotão foi de 7 km e o passeio acabou à luz dos candeeiros. Obrigámos a Joana ao uso de colete reflector e convidámos o Rodrigo pró descanso aos 8.000 metros, convite que declinou mercê do entusiasmo.
Domingo foi aproveitado para as manobras de sociabilização nos seus dois turnos, com os cães em liberdade e constituídos numa matilha heterogénea. Tanto o Mike como o Zorro regressaram mais cedo a casa, os seus donos anteciparam a sua chegada e os cães agradaram-se disso. A Joana, o Rodrigo e o Vítor Hugo voltaram a trabalhar, o passeio deu-lhes força e não acusaram o cansaço. A Xita voltou à Escola e está a recuperar do parto satisfatoriamente, mostrando uma inigualável vontade de trabalhar. Foi conduzida pelo João Moura. A Babel vai dando os primeiros passos, já anda à trela e adora pregar partidas à Isis, correu atrás dos cães adultos e mostrou uma têmpera invejável. O temporal não nos afectou e fomos indiferentes à chuva.
A frequência escolar foi baixa, muita gente saiu e deixou os cães para depois. O Vítor Hugo anda a fazer a manutenção com o cão do pai e a Pescadinha a gozar os ares de Lamego. A ninhada da Luna já foi toda vendida e da Xita só resta uma cadela negra. Nada sabemos da Carla Abreu e só agora a Carla Ferreira conseguiu reparar os estragos provocados pelo tufão que se abateu sobre a região Oeste. O canil da Teka I está a ficar um assombro e a cachorra do Paulo Serra Pedro um assombro. Só temos disponíveis os cachorros da outra banda, que se estão a desenvolver a olhos vistos e de acordo com as previsões. Durante a semana estivemos na zona de Belém e aproveitámos a ocasião para a sociabilização.
Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Ana/Babel, Isis e Loki, António da Cunha/Zorro, Bruno/Pepe, Eduardo/Micks e Vega, Francisco/Luna, Gonçalo/Gaspar, Joana Flikke, João Moura/Xita, Rodrigo/Tarkan e Vítor Hugo/ Yoshi e SRD.
Domingo foi aproveitado para as manobras de sociabilização nos seus dois turnos, com os cães em liberdade e constituídos numa matilha heterogénea. Tanto o Mike como o Zorro regressaram mais cedo a casa, os seus donos anteciparam a sua chegada e os cães agradaram-se disso. A Joana, o Rodrigo e o Vítor Hugo voltaram a trabalhar, o passeio deu-lhes força e não acusaram o cansaço. A Xita voltou à Escola e está a recuperar do parto satisfatoriamente, mostrando uma inigualável vontade de trabalhar. Foi conduzida pelo João Moura. A Babel vai dando os primeiros passos, já anda à trela e adora pregar partidas à Isis, correu atrás dos cães adultos e mostrou uma têmpera invejável. O temporal não nos afectou e fomos indiferentes à chuva.
A frequência escolar foi baixa, muita gente saiu e deixou os cães para depois. O Vítor Hugo anda a fazer a manutenção com o cão do pai e a Pescadinha a gozar os ares de Lamego. A ninhada da Luna já foi toda vendida e da Xita só resta uma cadela negra. Nada sabemos da Carla Abreu e só agora a Carla Ferreira conseguiu reparar os estragos provocados pelo tufão que se abateu sobre a região Oeste. O canil da Teka I está a ficar um assombro e a cachorra do Paulo Serra Pedro um assombro. Só temos disponíveis os cachorros da outra banda, que se estão a desenvolver a olhos vistos e de acordo com as previsões. Durante a semana estivemos na zona de Belém e aproveitámos a ocasião para a sociabilização.
Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Ana/Babel, Isis e Loki, António da Cunha/Zorro, Bruno/Pepe, Eduardo/Micks e Vega, Francisco/Luna, Gonçalo/Gaspar, Joana Flikke, João Moura/Xita, Rodrigo/Tarkan e Vítor Hugo/ Yoshi e SRD. segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
DA TERRA DOS DINOSSAUROS AO PARAÍSO
Este fim-de-semana laborámos os 4 turnos e enfrentamos a invernia. Trabalhámos dentro e fora da Escola, variámos os ecossistemas e dedicámo-nos às diferentes áreas da cinecultura. Houve tempo para as diferentes induções e recebemos algumas visitas. Trabalhámos o carrossel na Lourinhã e acabámos no Palácio da Vila em Sintra. O Francisco vestiu o fato pela 1ª vez e o Zorro agradou-se do facto.
A Carla Ferreira não compareceu porque ficou a reparar os estragos causados pelo temporal. O Roberto ficou retido em casa por causa das suas obrigações paternais. A Pescadinha foi para Lamego e o Gonçalo foi apanhado pela gripe. O Rui Ribeiro foi trabalhar e coube à Ana a condução da Babel. O supermercado não deu folga ao Tiago e a Elisabete foi para o Porto visitar a mãe.
A família Ferreira & Veiga Santos foi para o Portugal profundo e a Costa para paraíso incerto. A Isabel Silva não compareceu e o Carlos Santos participou nos trabalhos com a Fortuna. A Joana trabalhou os 4 turnos e a Ana tomou conta da criançada. Almoçámos nos “Grelhados da Aldeia” e no “ João da Vila Velha”. O Sr. António da Cunha compareceu aos trabalhos de Domingo e deixou o Zorro no Hotel. Deu também entrada no hotel o “Mike”, um CPA negro de características guardiãs.
Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Ana/ Babel, Isis & Loki, António Cunha/Zorro, Bruno/Pepe, Carlos Santos/Fortuna, Eduardo/Micks & Vega, Francisco/Luna, Joana/Flikke, Jorge/Juvat, Luís Leal/Teka I, Rodrigo/Tarkan, Vítor Hugo/Yoshi e Zé Gabriel/Master & Menina.
A Carla Ferreira não compareceu porque ficou a reparar os estragos causados pelo temporal. O Roberto ficou retido em casa por causa das suas obrigações paternais. A Pescadinha foi para Lamego e o Gonçalo foi apanhado pela gripe. O Rui Ribeiro foi trabalhar e coube à Ana a condução da Babel. O supermercado não deu folga ao Tiago e a Elisabete foi para o Porto visitar a mãe.
A família Ferreira & Veiga Santos foi para o Portugal profundo e a Costa para paraíso incerto. A Isabel Silva não compareceu e o Carlos Santos participou nos trabalhos com a Fortuna. A Joana trabalhou os 4 turnos e a Ana tomou conta da criançada. Almoçámos nos “Grelhados da Aldeia” e no “ João da Vila Velha”. O Sr. António da Cunha compareceu aos trabalhos de Domingo e deixou o Zorro no Hotel. Deu também entrada no hotel o “Mike”, um CPA negro de características guardiãs.
Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Ana/ Babel, Isis & Loki, António Cunha/Zorro, Bruno/Pepe, Carlos Santos/Fortuna, Eduardo/Micks & Vega, Francisco/Luna, Joana/Flikke, Jorge/Juvat, Luís Leal/Teka I, Rodrigo/Tarkan, Vítor Hugo/Yoshi e Zé Gabriel/Master & Menina. terça-feira, 24 de novembro de 2009
O Zorro e os patos
O Zorro é um cachorro macho CPA, preto-afogueado, com 8 meses de idade, 68 cm de altura e 50 kg de peso. Ele é filho do Kaiser e da Xita, adora brincar e sempre apronta diabruras, mercê da curiosidade que o domina e da idade que o apoquenta. Após ter alcançado a maturidade sexual, sente-se que nem um poldro, correndo atrás de tudo e interessando-se pela novidade. Quando sai à rua é objecto de admiração, a sua morfologia espanta e todos querem conhecê-lo de perto, à excepção dos outros cães que o julgam já adulto e se intimidam. É um bom gigante desastrado a precisar de sociabilização, porque mesmo sem querer causa dolo e desconhece a sua força.
Esta semana levámo-lo ao jardim e convidámo-lo para a coabitação com outros animais, mormente os passíveis do seu interesse, sujeitos à sua perseguição e posterior captura. A partir da familiarização alcançamos à sociabilização, ainda que não dispensássemos o uso de comandos inibitórios e operássemos debaixo de todas as cautelas. E no meio de outros cães, gansos, patos e pombos cumprimos o nosso objectivo, porque o cachorro respondeu afirmativamente ao trabalho proposto e a sua presença não foi causa de transtorno. Naturalmente teremos que retomar estas acções, pela reafirmação dos automatismos e pela necessidade da parceria, para que a liderança saia reforçada e a novidade não vire acidente. Este trabalho torna-se imperativo face à Lei em vigor e cabe aos donos o seu desempenho, na defesa dos seus cães e em prol da coabitação harmoniosa. Seria bom que todos os proprietários de cães procedessem assim, ao invés de se esconderem debaixo da irracionalidade dos seus companheiros, dominada por instintos e desejosa de “apresentar serviço”. Fica o conselho e as fotos testemunham o nosso sucesso: vale a pena trabalhar!
Esta semana levámo-lo ao jardim e convidámo-lo para a coabitação com outros animais, mormente os passíveis do seu interesse, sujeitos à sua perseguição e posterior captura. A partir da familiarização alcançamos à sociabilização, ainda que não dispensássemos o uso de comandos inibitórios e operássemos debaixo de todas as cautelas. E no meio de outros cães, gansos, patos e pombos cumprimos o nosso objectivo, porque o cachorro respondeu afirmativamente ao trabalho proposto e a sua presença não foi causa de transtorno. Naturalmente teremos que retomar estas acções, pela reafirmação dos automatismos e pela necessidade da parceria, para que a liderança saia reforçada e a novidade não vire acidente. Este trabalho torna-se imperativo face à Lei em vigor e cabe aos donos o seu desempenho, na defesa dos seus cães e em prol da coabitação harmoniosa. Seria bom que todos os proprietários de cães procedessem assim, ao invés de se esconderem debaixo da irracionalidade dos seus companheiros, dominada por instintos e desejosa de “apresentar serviço”. Fica o conselho e as fotos testemunham o nosso sucesso: vale a pena trabalhar!quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Viagem ao Portugal esquecido: o porto palafítico da Carrasqueira
Esta Terça-Feira optámos por treinar no exterior com os dois binómios presentes. O plano inicial apontava para o Jardim de Belém, mas acabámos na estrada para Alcácer do Sal, rumo à Carrasqueira, pelo caminho que nos leva a Tróia. Visitámos o Memorial aos Combatentes do Ultramar, ainda treinámos em Belém, mas de pronto nos fizemos à estrada. Como a hora ia adiantada, decidimos ir almoçar ao Restaurante “A Escola” na Comporta.
O Restaurante, como o próprio nome indica, encontra-se situado numa antiga escola primária, daquelas legadas pelo Estado Novo, mais graníticas no Norte mas de traça igual por todo o lado. As salas do repasto respeitaram a divisão das salas de aula e até as casas de banho permanecem no mesmo sítio: à ponta do alpendre para o recreio. As portas que davam acesso ao alpendre foram substituídas por dois arcos geminados de estilo mourisco, ainda que salteados com rectângulos ocasionais de granito. Foi aí que comemos, tendo como pano de fundo uma fotografia escolar do início da década de 50. A fotografia mostra uma professora e a sua classe, onde são visíveis traços negróides nalguns alunos. Na linha da frente alguns encontram-se descalços, mas o uso da bata a todos é comum. A foto, para além de relembrar o uso anterior do edifico, é um marco histórico que nos transporta ao Séc.XVI, altura em que um grupo de escravos negros para ali foi debandado, sendo posteriormente absorvido pela população maioritária. A canção das "Meninas da Ribeira do Sado” encontra-se ligada a isto, ao particular etnográfico da região.
A comida é para turistas, bem confeccionada e apresentada, mais próxima do gosto comum e mais distante dos sabores tradicionais. Vale a pena comer ali a “massada de cherne”, que no nosso entender é a melhor das suas iguarias. O serviço é pronto e eficiente, o cozinheiro aceita sugestões e a carta de vinhos é vasta, de bom gosto e excelentemente apresentada. O preço é acessível e o ambiente repousante, o asseio é inquestionável e a atmosfera prima pela simpatia dos empregados. Ainda que na Estremadura, estamos no Alentejo.Depois de comidos e bebidos, rumámos à Carrasqueira, lugarejo fluvial e piscatório de pouco interesse, de ruas desertas que se perdem na vastidão do Sado. As casas são brancas, de piso térreo e com chaminés indefinidas, mercê da confusão de influências. Ainda ali persistem duas casas pertencentes ao passado, com paredes de cana e telhados de colmo, uma de cada lado da estrada, uma em uso e outra para venda ou aluguer. Continuámos em direcção ao rio e chegámos finalmente ao Porto Palafítico.


Em dia de sorte, apanhámos a preia-mar, porque se chegássemos com a maré vazia, só o lodo nos daria as boas vindas. Este é o último porto palafítico em Portugal, avança 300 metros rio adentro, o labirinto das suas passadeiras é sustentado por estacas, umas de pinho e outras de eucalipto, de modo desordenado e pitoresco. Pelo que nos foi dito, recentemente a Câmara gastou ali 15.000 euros, substituindo algumas estacas velhas por outras de madeira tratada. O número das pequenas embarcações rondará uma centena e as barracas de recolha metade disso. Existem algumas embarcações, poucas, para passeios turísticos, que laboram quase em exclusivo no Verão. Os pescadores, dos quarenta anos para cima, dedicam-se à apanha da amêijoa, da ostra e do caranguejo, não têm escritura de concessão e temem pelo seu futuro. Todos os dias rezam ao São Turismo, porque a ele devem a sua actividade e sobrevivência, enquanto pólo de atracção e museu vivo dos seus costumes. Ali também existe uma lota, uma das poucas casas de cimento e tijolo.
O Porto é antecedido por vários arrozais, agora de restolho, porque a colheita aconteceu recentemente. Os pescadores atribuem a morte das amêijoas, em determinada altura do ano, aos químicos usados nos arrozais, mas todos são unânimes: o Rio está melhor e mais limpo. Se para lá for, evite que o seu cão se molhe, pois dali sairá com um cheiro nauseabundo, que o digam os condutores que nos acompanharam. Contudo, nada que a secagem não resolva pelo contributo do pó talco. Por ali se vêem motorizadas EFS, algumas com mais de 20 anos, mas também “Pick-ups” e carros utilitários. Os homens da faina são gente boa, ainda que retraídos de início. A paisagem é paradisíaca e lembra um álbum de fotografias do início do século passado.
O Porto é antecedido por vários arrozais, agora de restolho, porque a colheita aconteceu recentemente. Os pescadores atribuem a morte das amêijoas, em determinada altura do ano, aos químicos usados nos arrozais, mas todos são unânimes: o Rio está melhor e mais limpo. Se para lá for, evite que o seu cão se molhe, pois dali sairá com um cheiro nauseabundo, que o digam os condutores que nos acompanharam. Contudo, nada que a secagem não resolva pelo contributo do pó talco. Por ali se vêem motorizadas EFS, algumas com mais de 20 anos, mas também “Pick-ups” e carros utilitários. Os homens da faina são gente boa, ainda que retraídos de início. A paisagem é paradisíaca e lembra um álbum de fotografias do início do século passado.

Trabalhámos os diferentes automatismos de imobilização sobre as estacas, fizemos dos arrozais círculos de obediência, desenvolvemos a condução em liberdade e efectuámos vários cruzamentos frontais. No meio dos trabalhos, o Zorro decidiu dar as boas vindas a um cachorro dali, caminhando com ele cerca de 1 km, regressando depois, para espanto do seu dono e evitando assim a reprimenda. Surpreendentemente, O Rex adoptou o Zorro e contribui para a sua capacitação. Regressámos por Tróia e apanhámos o Ferry-boat, contentes com a jornada e deslumbrados com a paisagem. 
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Act. Fora da Escola,
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Fim-de-semana de 12 e 13 de Setembro: Sábado de maré-cheia e Domingo de maré-vazia. Cavaco e Flaps.
Este fim-de-semana, em termos de participação, lembrou o movimento das marés: Sábado, preia-mar e Domingo, baixa-mar. Trabalhou-se de tudo um pouco e os cachorros não nos deram descanso. A Ana Pinto trabalhou os 4 turnos e o Roberto Mariano voltou à casa. O Loki ainda serviu de pónei para a Helena, a pequenota filha do Eduardo Santos. A condução em liberdade alcançou a primazia e os cachorros evoluíram pelo perímetro exterior. A Isis, uma cadela husky, propriedade da Ana Pinto e conduzida pelo Rui Ribeiro, deslocou-se taco-a-taco entre os CPA’S. O Micks começou a aprender o APC e o passarinho voltou a voar, indo pousar nas pernas da Alexandra. O Zorro está a despertar e o Loki a aprender o salto de mochila.
Há gente que insiste em não dar cavaco, que simplesmente se borrifa nos outros, num claro “quero que eles se lixem!”. Estamos a falar daqueles alunos que desaparecem sem deixar rasto, deixando a Escola à espera, tal qual noiva de marinheiro condenado às galés. Realmente não temos sorte, nascemos para educar cães! Aproveitamos a ocasião para lançar um alerta e um pedido: Se por acaso avistarem um avião no horizonte, digam-lhe adeus. Pode ser que seja o João Domingues. Se for ele, certamente retribuirá o cumprimento e lembrar-se-á de nós. Se ele vos avistar, porque não temos rádio, baixará a altitude e ligará os flaps, fará um virar de asa e ligará as luzes de aproximação. Há que ser persistente.
Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Alexandra/Abu, Ana/Loki, A. Cunha/Zorro, Carla/CPA-LB, Eduardo/Micks & Vega, Elisabete/Lua, Filipe/Jürgen, João Franco/Zappa, Jorge/Audaz & Juvat, Luís Leal/Teka, Manuel/Mini, Octávio/Greg, Roberto/Teka & Turco, Rui Ribeiro/Isis e Zé Gabriel/Master & Menina.
Há gente que insiste em não dar cavaco, que simplesmente se borrifa nos outros, num claro “quero que eles se lixem!”. Estamos a falar daqueles alunos que desaparecem sem deixar rasto, deixando a Escola à espera, tal qual noiva de marinheiro condenado às galés. Realmente não temos sorte, nascemos para educar cães! Aproveitamos a ocasião para lançar um alerta e um pedido: Se por acaso avistarem um avião no horizonte, digam-lhe adeus. Pode ser que seja o João Domingues. Se for ele, certamente retribuirá o cumprimento e lembrar-se-á de nós. Se ele vos avistar, porque não temos rádio, baixará a altitude e ligará os flaps, fará um virar de asa e ligará as luzes de aproximação. Há que ser persistente.
Participaram nos trabalhos os seguintes binómios: Alexandra/Abu, Ana/Loki, A. Cunha/Zorro, Carla/CPA-LB, Eduardo/Micks & Vega, Elisabete/Lua, Filipe/Jürgen, João Franco/Zappa, Jorge/Audaz & Juvat, Luís Leal/Teka, Manuel/Mini, Octávio/Greg, Roberto/Teka & Turco, Rui Ribeiro/Isis e Zé Gabriel/Master & Menina.
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