sábado, 8 de agosto de 2015

A CADELA DO J’QUIM É COMO UMA VACA LEITEIRA: UM ASSOMBRO!

O J’quim é um bom rapaz, um amigo como poucos, sempre disponível para valer aos outros, que se apaixona tanto pelo que faz, que acaba por exagerar tudo o que lhe acontece (há que dar-lhe o desconto, ele merece). A última que lhe ouvimos dizia respeito à sua cadela prenhe, que a 18 dias da data prevista para o parto, já tinha as tetas cheias de leite, o que é mais comum nas vacas leiteiras e pouco provável nas cadelas, cujo colostro só desce 48 horas antes do parto. Com mais cadelas assim, o nosso amigo J’quim ainda vai parar à indústria de lacticínios. Brincadeiras à parte e para todos os J’quins deste mundo, adiantamos que as cadelas na fase final da gestação têm maiores necessidades energéticas e proteicas, pelo que o seu penso diário deverá ser aumentado (de 20 a 40%). Como o útero prenhe ocupa muito espaço dentro do abdómen das cadelas, impedindo o seu estômago de se expandir normalmente, a estratégia passa por dar-lhes de comer várias vezes ao dia (de 3 a 4 vezes). Entretanto, ficámos a aguardar pela última do J’quim, que não deverá tardar! 

ANEDOTA DA SEMANA: A TARTARUGA NO POSTE

A seguinte anedota, que reflecte alguma erudição, foi-nos enviada pelo nosso amigo Eduardo Ramos e não sabemos quem é o seu autor. Contudo, ela parece-nos de proveniência estrangeira (quiçá de origem antípoda), adaptada à nossa realidade política e aproveitada em tempo oportuno, já que temos eleições à porta. Vamos a ela:
Enquanto suturava um ferimento na mão do Prof. Adriano Morreira, golpe causado por um caco de vidro indevidamente deitado no lixo, médico e paciente começaram a conversar sobre o País, o Governo e, fatalmente sobre o 1º Ministro Passos Coelho. O Professor disse: “Bom, o Senhor sabe… o Passos Coelho é como uma tartaruga em cima dum poste. Sem saber o que Adriano Moreira quis dizer, o médico perguntou-lhe o que significava uma tartaruga num poste. “Quando você circula numa estrada, avista um poste e em cima dele vê uma tartaruga a tentar equilibrar-se, isso é uma tartaruga num poste”, respondeu-lhe o Professor.
Perante a cara de interrogação do clínico, o velho Professor acrescentou: “ você não entende como ela chegou lá; você não acredita que ela esteja lá; você sabe que ela não subiu para lá sozinha; você sabe que ela não deveria nem poderia estar lá; você sabe que ela não vai fazer absolutamente nada enquanto estiver lá e você não entende porque a colocaram lá. Então tudo o que temos a fazer é ajuda-la a sair de lá, e providenciar para que nunca mais suba, pois lá em cima, definitivamente, não é o lugar dela”.

QUAL SERÁ O MOTIVO (XXXVIII)?

O “Norris” é um Clumber Spaniel, agora com 3 anos de idade, que é o “filhinho” da sua dona, uma senhora solteirona e sofisticada, com o seu quê de embirrante, que não revela o número das suas primaveras e que tem o cão como única companhia. Apostado em complicar a vida à “mamã”, o Clumber joga-se a todos na rua e ataca o veterinário nas consultas, apesar da dona estar fartíssima de lhe dizer que não o faça. O veterinário, que entende não ser carne para picador, lançou um ultimato à dona do cão: “Ou a senhora manda educar o “Norris”, ou nunca mais o vacino ou consulto!” A ideia de levar o seu “filhinho” a uma escola não agrada à senhora, porque entende que o seu “menino” irá para o meio de más companhias., tanto de cães como de pessoas. Porque se comportará o Clumber assim? Hipótese “A”: Sente a dona insegura e quer protegê-la dos demais. Hipótese “B”: Procede assim porque é dominante e quer subjugar tudo e todos. Hipótese “C”: Ataca o veterinário e os transeuntes porque os teme. Hipótese “D”: A sua violência retrata o carácter intratável da dona. Hipótese “E”: Procede assim porque é mimado, tem uma dona demasiado permissiva e necessita de sociabilização. Para a semana cá estaremos com um novo caso e adiantaremos qual a hipótese certa. 

SOLUÇÃO DA SEMANA ANTERIOR

A solução certa para esta rubrica da semana passada é a Hipótese “C”: Porque sempre comeu com o prato da ração no chão. A Hipótese “A” faz algum sentido contudo mas não é absolutamente verdadeira, porque a divergência de mãos acontece antes ainda do crescimento das unhas, pelo que deverá ser desconsiderada. Como os maus assentamentos ortopédicos agravam-se com o excesso de peso e não com a magreza, a Hipótese “B” é falsa.  Todos os cães que escavam, excepção feita aos próprios para as tocas, têm metacarpos fortes e mãos bem aprumadas, pelo que a Hipótese “D” é falsa e enganosa. Também a Hipótese “E” deverá ser descartada, porque o exercício físico não tende a agravar os aprumos e até pode contribuir para a sua correcção, a menos que seja predominantemente anaeróbio.

RANKING SEMANAL DOS TEXTOS MAIS LIDOS

O Ranking semanal dos textos mais lidos obedeceu á seguinte preferência:
1º _ PASTOR ALEMÃO X MALINOIS: VANTAGENS E DESVANTAGENS, editado em 15/06/2011
2º _ O CÃO LOBEIRO: UM SILVESTRE ENTRE NÓS, editado em 26/10/2009
3º _ O MELHOR E O PIOR DO PASTOR SUIÇO. ANÁLISE MORFOLÓGICA E FUNCIONAL, editado em21/06/2011
4º _ A CURVA DE CRESCIMENTO DAS DIVERSAS LINHAS DO PASTOR ALEMÃO, editado em 29/08/2013
5º _ OS FALSOS PASTORES ALEMÃES, editado em 24/02/2015
6º _ NUNCA OUVI LADRAR O MEU PASTOR ALEMÃO NEGRO, editado em 17/10/2013
7º _ “X” DE JARRETE DE VACA, editado em 25/07/2011
8º _ AZUL? SÓ SE FOR DE PRETO!, editado em 16/04/2015
9º _ JOÃO DA VILA VELHA: O ARQUITECTO DOS MENÚS, editado em 01/02/2010
10º _ O GUARDA DAS GALINHAS, editado em 05/04/2014

TOP 10 SEMANAL DE LEITORES POR PAÍS

O TOP 10 semanal dos textos mais lidos ficou assim ordenado:
1º Portugal, 2º Brasil, 3º Rússia, 4º Estados Unidos, 5º Reino Unido, 6º Alemanha, 7º Irlanda, 8º França, 9º Austrália e 10º Espanha.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

O SEGREDO ESTÁ NA PREPARAÇÃO

Se há especialidades caninas que não dispensam o concurso dos obstáculos na sua preparação, a de resgate e salvamento é uma delas, atendendo à natureza e dificuldades desses trabalhos, que obrigam os cães a uma maior capacidade de resolução face ao carácter extraordinário dos contratempos que irão enfrentar. A passerelle da foto acima, em tudo idêntica a uma de endurance, tem como novidade o entalhe de quadrados com 25cm de lado, distantes entre si à mesma distância e com uns entalhes de permeio com 12.5cm de altura. O que se pretende com este obstáculo é que os cães aprendam a evoluir e equilibrar-se sobre pequenas superfícies de apoio, neste caso sobre tábuas com 25cm de lado e 3cm de espessura. As travessas mais baixas que se encontram no meio dos quadrados, servem para induzir os animais ao apoio certo. O segredo do sucesso dos cães de resgate e salvamento está na sua preparação, na riqueza dos simulacros que ultrapassaram e que possibilitarão a sua melhor prestação.

O GRITO DA NOITE

Mal termina a Primavera e os dias começam a aquecer, abre a “temporada nocturna de caça aos sem-abrigo”, que passarão a dormir nos bancos dos jardins para surpresa dos cães, que não os esperando ali, avançarão para cima deles que nem danados, não hesitando alguns em mordê-los, caso não sejam travados, o que infelizmente pouco importa a certos donos. Se comprou ou alugou recentemente uma casa junto a um parque ou jardim, vá-se preparando para os gritos nocturnos, guinchos de vagabundos assustados e quiçá até feridos, que quebram o abruptamente o silêncio da noite, porque algum cão os descobriu e/ou atacou. Esta aversão canina aos sem-abrigo pode tornar-se extensível aos cães mais pacíficos, quando soltos nos jardins e surpreendidos por aqueles vultos deitados nos bancos. O pânico dos surpreendidos reforça a acção, o seu odor e a experiência porão os cães de sobreaviso. Costuma dizer-se que um mal nunca vem só e parece ser este o caso, como se a miséria em que vivem estes homens e mulheres não lhes bastasse, para ainda terem que se esgueirar aos cães. Tome atenção ao seu cão e não contribua para o aumento da miséria alheia.

TRADICIONALMENTE NO IDÍLICO PAIVA

Tradicionalmente na época estival, o Jorge Martins desloca-se até ao Rio Paiva com a Fátima e os cães de ambos, onde todos usufruem dos benefícios do rio, um manancial de águas límpidas circundado por pequenos bosques de amieiros e freixos, que os convida para o seu leito e propicia-lhes momentos lúdicos para mais tarde recordar, como o captado na foto acima. O Rio Paiva, que é o afluente principal da margem esquerda do Douro, situa-se no centro-norte de Portugal continental, banhando 10 concelhos dos Distritos de Aveiro e Viseu. Nasce a 1000m de altitude na Serra de Leomil, no Planalto da Nave, na aldeia de Carapito, Freguesia de Pêra Velha e Concelho de Moimenta da Beira (40º 03' N 08º 15' O). Tem 108km de extensão, uma bacia de 77km2, um passadiço ao redor das suas margens em Arouca (com 8km de extensão), forma várias praias fluviais e vai desaguar na margem esquerda do Douro, no lugar do Castelo em Castelo de Paiva, no local assinalado pela famosa Ilha dos Amores. Na década de 90 foi considerado o rio menos poluído da Europa e um dos mais limpos do mundo, não sendo de estranhar que as trutas desovem ali.
Nas suas águas podemos encontrar a toupeira-de-água (Galemys pyrenaicus), a lontra (Lutra lutra), o lagarto-de-água (Lacerta schreiberi), a salamandra-lusitânica (Chioglossa lusitânica), a rã-ibérica (Rana iberica) e o tritão-marmorado (Triturus marmoratus). Merecem ainda destaque a presença de algumas espécies piscícolas endémicas, como a boga (Chondrostoma polylepis), e a ocorrência de uma das raras populações de mexilhão-do-rio (Margaritifera margaritifera), visível na foto seguinte. Nas suas margens, para além de um todo de aves, podemos ainda avistar os seguintes mamíferos: a raposa (Vulpes vulpes), o ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus), o javali (Sus scrofa) e o coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus). No caso do lobo (Canis lupus), constitui uma importante zona de passagem entre as Serras de Montemuro, Freita/Arada e Lapa/Leomil. O Rio Paiva exibe em quase toda a sua extensão bosques de amieiros (Alnus glutinosa) e de freixos (Fraxinus excelsior) formando galerias, frequentemente ladeadas por carvalhais de carvalho-alvarinho (Quercus robur) fragmentários. A diversidade da flora é considerável e assinala-se a ocorrência de Narcissus bulbocodium, Narcissus triandrus, Ruscus aculeatus e Anarrhinum longipedicellatum (endemismo lusitano) – espécies com medidas de protecção a nível europeu.
Para além das praias, da pureza da água, da fauna, da flora e dos recantos paradisíacos que oferece, o Paiva presta-se ainda para prática da canoagem e do radical “rafting”, sendo também para isso muito procurado.
Decididamente o Jorge sabe o que quer, procura o melhor para a sua família, para a si e para os seus cães. Quantos portugueses conhecerão o Rio Paiva e o que tem para oferecer? Provavelmente muito poucos, havendo alguns que daqui saem para locais muito menos apelativos e luxuriosos, pagando pequenas fortunas. Com propriedade relembramos aqui o slogan duma campanha publicitária da década de 70: “Há sempre um Portugal desconhecido que espera por si”. Com os cordões da bolsa repuxados, não valerá a pena viajar cá dentro? Como o Paiva banha imensas localidades, caso não queira usar a sua viatura particular, pode lá chegar de autocarro, comboio e até de avioneta (nunca foi tão barato andar nestas aeronaves, nalguns casos o preço cobrado é inferior ao praticado nos autocarros). Aceite a nossa sugestão: siga o exemplo do Jorge e vá até ao Paiva nestas férias, verá que não se vai arrepender!
PS: Se tem cão, não se esqueça dele, leve-o consigo. 

CAFÉ DO FORTE: UMA APOSTA NO BEM-ESTAR

O “Café do Forte”, paredes-meias com o Forte do Bom Sucesso em Belém (onde se encontra sediado o Museu do Combatente e o Monumento aos Combatentes do Ultramar), de frente para o Tejo e com a Torre de Belém à vista, é um dos locais que recomendamos para nacionais e estrangeiros que não dispensem o prazer de uma boa esplanada no Verão, à sombra de pinheiros, num ambiente calmo, retemperador e inspirador, onde os proprietários caninos podem entrar e permanecer com os seus companheiros, usufruindo da brisa e do idílico Rio que nos fez ao Mundo. Pessoas e animais podem ali refrescar-se e descansar em segurança, não lhes advindo nenhum risco para a saúde, porque a higiene salta à vista, a qualidade dos produtos é irrefutável, o serviço é pronto e os pinheiros têm cintas de segurança contra a “processionária dos pinheiros”, conforme podemos confirmar no pinheiro da foto que se segue (a cinta é de cor amarela e antecede os ramos).
Nisto está de parabéns a gerência daquele café, sabendo-se dos graves danos causados pela “processionária” em crianças e animais. Infelizmente esta preocupação não é extensível a todas as esplanadas à sombra de pinheiros, o que se lamenta atendendo à saúde e bem-estar dos seus utentes. Para melhor compreensão do problema e da sua dimensão, aconselhamos os nossos leitores que ainda não o fizeram, a ler o texto: “UM VELHO E DURO INIMIGO: A PROCESSIONÁRIA DOS PINHEIROS”, editado no dia 7 de Agosto de 2010. Para além dos riscos causados pelas lagartas, que não podem ser desprezados, a aspiração do pó dos ninhos é igualmente nociva para a saúde de pequenos e graúdos. Como estamos no Verão e as sombras são por demais apetecíveis, quando for acampar, fazer piqueniques ou refrescar-se numa esplanada à sombra de pinheiros e cedros, certifique-se da existência de cintas protectoras. Caso não existam, saia imediatamente daqueles locais, particularmente quando acompanhado de crianças e animais. Usufrua do Verão sem pôr em risco a sua saúde e a dos seus. Fica o conselho.

À VELOCIDADE DE CARACOL

Depois de muito matutarmos acerca da falta de índice de progresso na maioria das escolas caninas portuguesas, decidimos ir ao encontro de algumas delas, analisando o trabalho que desenvolvem e a prestação dos seus mestres, ouvindo depois o parecer dos seus alunos sobre as aulas. Das 5 escolas visitadas (3 no Distrito de Lisboa e 2 no de Leiria, de distintas formações), nenhuma delas tinha um plano de aulas diário ou semanal, dependendo a aplicação dos conteúdos de ensino e o cronograma de actividades da frequência dos alunos, o que sempre obrigava os adestradores a constantes ajustes e a massacrar pela repetição os alunos mais assíduos nas aulas colectivas, que obrigados a retornar às metas, tardavam em alcançar os objectivos. Subsiste na cinotecnia civil portuguesa uma balbúrdia resultante do excesso de improviso, que ao subtrair regras pedagógicas primordiais, acaba por criar outras de difícil observação e de préstimo duvidoso. A duras penas, os objectivos lá vão sendo alcançados, tardiamente e somente por alguns, literalmente à velocidade de caracol!

ELES TAMBÉM PROCURAM A FELICIDADE

Apesar de tantas e tantas vezes verem gorados os seus anseios, os cães também procuram a felicidade e lutarão por ela até ao final das suas vidas. Segundo o que temos observado e sem incorrermos em considerações antropomórficas, um cão para ser feliz precisar de ser saudável física e psicologicamente, ser autoconfiante, sentir-se bem instalado, ver satisfeitas as suas necessidades mais básicas, ter uma boa capacidade de adaptação, gostar dos donos, identificar-se com eles e adoptá-los como membros do seu grupo, contar com o seu apoio, mestria e benevolência, não ser repreendido sistematicamente e ver premiado o seu esforço, receber aprovação de todos aos seu redor, ter uma boa imagem das pessoas e ser capaz de fazer novas amizades, poder participar e interagir, gostar do que lhe é solicitado, ver respeitado o seu descanso, ter o seu espaço de liberdade e usufruir da companhia de outros cães. Debaixo destas 21 condições qualquer cão será feliz!

QUAL SERÁ O MOTIVO (XXXVII)?

O “Ringo” é um Boxer camurça padronizado, com 3 anos de idade, filho de pais campeões e excelentemente aprumados, que atipicamente apresenta mãos divergentes e abatimento de metacarpos, desaprumos nunca vistos na sua família até 6 gerações atrás. O que teria contribuído para aquelas menos valias? Hipótese “A”: O facto de ter as unhas demasiado grandes. Hipótese “B”: Tem aquele assentamento porque é um pouco mais magro que os demais da sua raça. Hipótese “C”: Porque sempre comeu com o prato da ração no chão. Hipótese “D”: Porque adora escavar. Hipótese “E”: Porque nunca pára e corre que nem um desalmado. Para a semana cá estaremos com um novo caso e adiantaremos qual a hipótese certa.

SOLUÇÃO DA SEMANA ANTERIOR

A solução certa para esta rubrica da semana passa é a Hipótese “E”: Está condicionado a andar junto dos carrinhos de bebé da família e confunde-os com os alheios. Dificilmente um cão concentrado, calmo e ajuizado correrá atrás de carrinhos de bebé, pelo que a Hipótese “A” não deverá ser considerada. Os galgos são mais caçadores do que territoriais e o cão jamais consideraria seu alguém que desconhece, o que torna a Hipótese “B” falsa. Como o texto adianta que o Borzoi se comporta exemplarmente dentro de casa, dificilmente se disporia a seguir o odor dos biberões, o que torna fantasiosa a Hipótese “C”. A Hipótese “D” não deverá ser considerada porque um cão dedicado à família dificilmente a abandonaria para ir receber mimos alheios.

NOVO RECORD DE LEITORES

Ontem, dia 27JUL2015, alcançámos um novo record diário de leitores: 306, mais 57 do que o anterior record (249), acontecido a 23DEZ2014. O texto que mais contribuiu para este aumento de visitas foi: “OS CÃES DA NICOLE SCHLAEPFER”, editado em 30 de Abril de 2014. Saudamos com alegria o aumento de leitores da Holanda, Irlanda, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia, assim como da Áustria, Eslovénia, Eslováquia, República Checa e Hungria. Por ordem decrescente, os 10 países que mais leitores nos têm dado, são: Portugal, Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Rússia, França, Reino Unido, Angola, Ucrânia e China. O 2º país da América do Sul que nos dá mais leitores é a Argentina e da Ásia é a Índia. O 2º país africano que nos dá mais visitantes é o Quénia, seguido por Moçambique e Cabo Verde. A nossa menor franja de leitores acontece nos países árabes e muçulmanos, muito embora os magrebinos sempre se façam presentes e dos Emiratos Árabes Unidos surjam esporadicamente alguns leitores. Temos ainda um número fiel e considerável de leitores italianos e mexicanos.

FOR HE’S A JOLLY GOOD FELLOW, WHICH NOBODY CAN DENY

Ontem, dia 27JUL2015, o nosso amigo “Radar” fez 4 anos de idade e celebrou o seu aniversário com uma longa caminhada pelos campos ingleses na companhia dos donos. Temos uma ligação muito forte ao Radar, porque o transformámos de patinho feio em vedeta, aturámos as suas múltiplas evasões e fizemos dele um cão que hoje nos enche de alegria. Enquanto esteve em Portugal andou connosco para todo o lado, foi mestre de muitos e serviu de inspiração a uns tantos, o que acabou por reforçar a nossa amizade com os donos. Puxámos por ele como se fosse nosso e não nos arrependemos, porque é valente e leal, disponível e competitivo. Sim Radar, tu és um bom companheiro e ninguém o pode negar! Longa vida e volta breve, que as saudades não são poucas!

terça-feira, 28 de julho de 2015

FIZEMOS ESTE BLOGUE PARA QUÊ?

Fizemos este blogue para noticiarmos as nossas actividades, para relembrar aqueles que connosco cerraram e cerram fileiras, para trocarmos opiniões, para recebermos e transmitirmos conhecimento, para ajudar gratuitamente quem precisa, para reforço doutrinário do que temos vindo a ensinar e para testemunho da nossa existência, porque somos dinâmicos, uma grande família, temos avidez de conhecimento, viemos para servir, chamamos a todos bem-vindos, protegemos os nossos e adoramos a cinotecnia. Nestes últimos 6 anos levantámos 4 pistas tácticas, fundámos 3 escolas, formámos 18 monitores, ensinámos 380 binómios, aconselhámos 7 beneficiamentos, acompanhámos o mesmo número de ninhadas, adquirimos e instalámos uma matilha funcional, editámos 1630 artigos, tivemos mais de 160000 leitores, sendo 59247 de países estrangeiros e respondemos a 3271 emails (cerca de 1/10 do seu total). Tudo isto sem recorrermos a qualquer rede social. Neste meio tempo, para além doutros revezes e contratempos, perdemos alguns condutores e cães, binómios que nos foram gratos e que não esquecemos, porque o seu esforço fez-nos maiores e a sua partida empobreceu-nos. Esperamos encontrá-los mais adiante na paz em que repousam. Entretanto, continuaremos diariamente ao dispor de quem nos procurar, com a mesma vontade de servir e gosto por aprender. Resta-nos agradecer a todos os nossos amigos, alunos, colaboradores e leitores, enquanto companheiros de jornada e subsidiários da Acendura Brava aquém e além-fronteiras. E os cães? Aos cães estamos-lhes mais do que agradecidos!

RANKING SEMANAL DOS TEXTOS MAIS LIDOS

O Ranking semanal dos textos mais lidos obedeceu à seguinte preferência:
1º _ OS CÃES DA NICOLE SCHLAEPFER, editado em 30/04/2014
2º _ PASTOR ALEMÃO X MALINOIS: VANTAGENS E DESVANTAGENS, editado em 15/06/2011
3º _ O CÃO LOBEIRO: UM SILVESTRE ENTRE NÓS, editado em 26/10/2009
4º _ O MELHOR E O PIOR DO PASTOR SUIÇO: ANÁLISE MORFOLÓGICA E FUNCIONAL, editado em 21/06/2011
5º _ CORRENDO ATRÁS DA PANOSTEÍTE E DA MIELOPATIA DEGENERATIVA, editado em 02/05/2015
6º _ A TENTAÇÃO PELOS CÃES ORIENTAIS E O THAI RIDGEBACK, editado em 15/03/2014
7º _ SHEPADOODLE, editado em 24/07/2015
8º _ A CURVA DE CRESCIMENTO DAS DIVERSAS LINHAS DO PASTOR ALEMÃO, editado em 29/08/2013
9º _ ROTTWEILER E SERRA DA ESTRELA (AQUILO QUE OS UNE E SEPARA), editado em 07/01/2010
10º _ OBRIGAÇÕES, editado em 24/07/2015

TOP 10 SEMANAL DE LEITORES POR PAÍS

O TOP 10 semanal de leitores por país ficou assim ordenado:
1º Portugal, 2º Brasil, 3º Estados Unidos, 4º China, 5º Reino Unido, 6º Alemanha, 7º Irlanda, 8º França, 9º Luxemburgo e 10º Angola.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

OBRIGAÇÕES

Todos os cães a partir dos 6 anos de idade, particularmente os de altura superior aos 45cm, adestrados para o trabalho e sujeitos a esforços continuados de agility, caça, endurance, guarda, natação, resgate, salvamento, tracção e transporte, em diferentes ecossistemas, amplitudes térmicas, horários, e tipos de piso, deverão ser objecto de observação médico-veterinária, considerando o eventual desgaste e protecção das suas articulações. Os cães castrados e os privados do exercício aeróbio diário deverão merecer a mesma atenção. Lembramos ainda que esta é a altura ideal para adquirir um segundo cão, já que o residente muito ajudará na educação do recém-chegado.