O
TOP 10 semanal de leitores por país ficou assim ordenado:
1º Portugal, 2º Brasil, 3º Estados Unidos, 4º Alemanha, 5º Suécia, 6º Espanha, 7º Reino Unido, 8º Índia, 9º Países Baixos e 10º França.
O
TOP 10 semanal de leitores por país ficou assim ordenado:
1º Portugal, 2º Brasil, 3º Estados Unidos, 4º Alemanha, 5º Suécia, 6º Espanha, 7º Reino Unido, 8º Índia, 9º Países Baixos e 10º França.
Não
é só neste paraíso plantado à beira do Atlântico que as cianobactérias
proliferam, elas estão por toda a parte e sempre acabam por fazer vítimas, na
sua maioria cães. Assim como o sul de Portugal está em seca extrema, também os
rios franceses já tiveram dias melhores, particularmente o outrora magnífico
Loire, rio com 1.006 km de extensão que tem todo o seu curso em França, que hoje
se atravessa a pé em vários lados e onde as cianobactérias se fazem presentes
(como é possível ainda haver quem negue o aquecimento global e as alterações
climáticas dele resultantes). Dois cães foram envenenados por cianobactérias no
Loire, respectivamente nos municípios de Denée e Rochefort-sur-Loire, o que
levou a prefeitura do departamento a alertar as populações e a interditar os
banhos. O baixo nível do Loire e o aumento das temperaturas criam as condições
ideais para a proliferação das algas tóxicas, cujas toxinas são particularmente
perigosas, especialmente para os cães.
No
início da semana, segunda-feira 07 de agosto, na cidade de Rochefort-sur-Loire,
um cão intoxicado por cianobactérias não conseguiu sobreviver, segundo informou
o perfeito daquela cidade num comunicado à imprensa. No dia seguinte,
terça-feira, dia 08 de agosto, na cidade vizinha de Denée, um segundo cão foi
infectado, mas levado a tempo ao veterinário conseguiu sobreviver. A agência
Regional de Saúde (ARS) está a planear investigações adicionais e as
autoridades alertam para os sintomas mais comuns provocados pela intoxicação
por cianobactérias nos cães - distúrbios digestivos, nervosos e respiratórios –
que mal se manifestem obrigarão à consulta de veterinário.
Para
se evitar a contaminação humana, as autoridades estão a pedir maior vigilância
quando as crianças estiverem à beira de água, sabendo também saber que é
necessário lavar e impar com água corrente todo e qualquer equipamento após as
actividades náuticas. A prefeitura do Departamento do Loire lembra que é
estritamente proibido tomar banho no rio Loire devido ao grande risco de
afogamento, enfatizando em simultâneo a recomendação de ninguém nadar noutros
riachos e corpos de água não supervisionados.
Você observe aqui os mesmos cuidados, quer esteja com o seu cão no norte, centro ou sul do País. Atenção que também aparecem cianobactérias na água do mar, o que o obriga a estar atento às bandeiras sinalizadoras e às recomendações das autoridades sanitárias e marítimas.
A
cidade canadiana de Toronto divulgou estatísticas preocupantes sobre o número
de ataques caninos na cidade diante de um recente “aumento” de incidentes com
cães soltos sobre crianças, pedestres e ciclistas, alertando agora os donos de
animais de estimação para garantirem o cumprimento das regras relativas à posse
de cães. “A cidade de Toronto lembra os donos de animais de estimação acerca
das suas responsabilidades e requisitos relativos à posse de um cão em Toronto
e sublinha a importância de manter o seu cão preso e sob controlo o tempo
todo”, disseram as autoridades da cidade num comunicado ontem, quarta-feira. No
ano passado, Toronto assistiu a 1.316 ataques de cães – um salto de 39% em
relação a 2021, quando aconteceram 946 ataques caninos. Em 2022, houve também
um aumento de 19% nas brigas que envolveram cães e outros animais. Este ano e
até à presente data, Toronto emitiu mais de 44 ordens relativas a cães
perigosos e 168 advertências por escrito relativas a violações do estatuto. As
últimas estatísticas e reparos para os donos de cães surgem após uma série de
incidentes violentos. Em maio, um menino foi espancado e gravemente ferido por
um cão sem trela na Rawlinson Community School, na área de Oakwood Village,
fora do horário escolar. Embora os cães não sejam permitidos na propriedade da
escola, os residentes disseram que não havia fiscalização ao seu redor.
Recentemente,
uma mãe de dois filhos ficou com ferimentos graves depois de ser violentamente
atacada por um cão que encontrou perto de sua casa em East York. O proprietário
do cão foi acusado de negligência criminal causadora de danos corporais. No
entanto, os residentes reclamaram que não há fiscalização suficiente para mandar
prender os animais de estimação e que a resposta a incidentes que envolvem cães
soltos é inconsistente. A cidade diz que a polícia “monitora regularmente os
parques para cães sem trela” e que responde a reclamações relativas a cães. O seu
objetivo principal é educar as pessoas sobre como as regras são importantes
para seus cães e para a comunidade ao seu redor, dando assim cumprimento ao
estipulado pelos estatutos. No entanto, a polícia pode também aplicar multas de
365 dólares quando um cão correr solto fora das 75 áreas atribuídas para poder
circular sem trela em Toronto. O Toronto Animal Services responderá dentro de
duas horas se um cão cometer um acto perigoso e ainda estiver solto, ou dentro
de 24 horas se o cão estiver com seu dono e sob controlo, comunicou a cidade.
Quando ocorrem incidentes perigosos ou violentos, as autoridades municipais
dizem que precisam que as pessoas se apresentem e que dividam com elas as
evidências para que possam tomar as medidas adequadas.
No
caso da mulher que foi espancada em East York, havia evidências de vídeo que
mostravam um cachorro a persegui-la enquanto gritava. Caso se descubra que um
cão cometeu um acto perigoso, o proprietário receberá educação e uma possível
advertência por escrito da primeira vez, caso o incidente não for muito grave.
No caso de um acto grave e de um segundo registo, o proprietário também
receberá uma ordem de cão perigoso. Isso significa que eles terão que manter
seu cão açaimado quando estiver fora de casa e colocar um sinal de alerta nas
suas instalações, obter uma placa de identificação para cães perigosos, colocar
o microchip no animal, manter uma foto do cão em arquivo e ministrar-lhe treino
de socialização ou de obediência dentro de 90 dias. O cão também será banido
dos parques caninos onde podem correr livremente. As autoridades da cidade
fizeram saber que lançaram uma campanha de consciencialização para “iniciar
conversas sobre a posse responsável de animais de estimação e incentivar os
donos dos cães de Toronto a respeitar as regras e as pessoas ao seu redor”. Em
Toronto, todos os donos de cães são obrigados a manter seus cães à trela, a
menos que estejam em áreas próprias para os cães correrem livremente. As trelas
não poderão ter mais de dois metros e deverão ser presas a uma coleira ou arnês
e pegadas com segurança.
“As pessoas são responsáveis pelas acções de seus cães e devem tomar as precauções necessárias para evitar que os seus cães tenham comportamentos perigosos”, disseram as autoridades citadinas. “Treino adequado, socialização e reforço positivo são cruciais para o bem-estar de um cão e ajudarão a garantir interacções mais seguras com outros cães e pessoas.” Os donos de cães também devem tirar uma licença para animais de estimação e renová-la anualmente, certificar-se de que as etiquetas de licença sejam usadas o tempo todo e depositar os dejectos dos seus cães adequadamente em lixeiras verdes ou lixeiras. A cidade tem uma página dedicada a dentadas e a ataques de cães, incluindo informações sobre prevenção e como relatar incidentes perigosos.
Mais explícito do que isto não é possível, espera-se que a polícia cumpra a sua obrigação nesta matéria em Toronto, que não faça “orelhas moucas” para as autoridades e que se empenhe no bem-estar dos seus cidadãos e animais.
Como
sempre, a CMTV surpreendeu-nos hoje de manhã com mais um crime (até parece que
tem um acordo com os criminosos para esperarem pelos seus operadores de câmera),
um assalto com arma branca ocorrido na Avenida Almirante Reis, bem pertinho do
centro da capital. A vítima, um homem de 27 anos, foi agredido e esfaqueado por
outro de 32, a viver ilegalmente em Portugal. O cão do assaltado, inesperadamente
e em defesa do seu dono, mordeu a perna direita do ladrão, que não se deu por
vencido e voltou ao local com um grupo para consumar o que havia iniciado (diz-se
que o diabo mora lá para os lados do Martim Moniz, tem mil caras, parece usar
turbante e assentou arraiais na Mouraria). E porque há horas do diabo, dizem
até que ele as tece, o assaltado, enquanto aguardava tratamento nas urgências do
Hospital de São José, viu surgir o ladrão, identificou-o e denunciou-o à
polícia (há que dar os parabéns ao cão pelo trabalhinho, porque sem a sua
colaboração o ladrão não precisaria receber tratamento médico).
Todos sabemos, muito embora isso nos
seja ocultado ao máximo, que o crime violento aumentou exponencialmente em
Portugal e que isso se deve em parte a imigrantes de má catadura, uns legalmente
em Portugal e outros que nem se sabe quem são, onde estão e quantos são! Que ninguém
tenha dúvidas, nós precisamos dos emigrantes, porque são fundamentais para a
nossa economia, sustentabilidade social, progresso e sobrevivência como país soberano,
mas não precisamos dos bandidos escorraçados pelos outros ou de terroristas a
vender souvenirs. Diante deste panorama, a solução será comprarmos todos um cão
feroz? É evidente que não, para não acabarmos todos à traulitada uns aos
outros! Há que rever as políticas de emigração e aumentar a fiscalização sobre
quem entra no País, para que haja mais paz nos lares e na ruas, haja menos
polícias agredidos, feridos e mortos, porque o país precisa da estabilidade que
só a segurança pode oferecer. Pessoalmente, acho o André Ventura (1) um exagerado (há quem lhe chame extremista, populista e
radical), por isso divirto-me a ouvi-lo falar como fazia com o Jorge Jesus (2), penso
inclusive que não deverá ser levado a sério por quem tem dois dedos de testa,
mas que ele tem razão em relação às políticas de emigração, lá isso tem! Falará
assim para ganhar votos e cavalgar para a cadeira do poder? Há muita gente a
dizer que sim e eu não digo que não.
(1) André Claro Amaral Ventura é um jurista, professor universitário, político e ex-comentador desportivo português, que desempenha actualmente, as funções de presidente do partido CHEGA e é seu deputado na Assembleia da República, que é acusado pelos seus opositores de ser anticigano, islamofóbico, xenófobo e machista, o que não o impede de confessar que pertence à extrema-direita. (2) Jorge Fernando Pinheiro de Jesus é um treinador e ex-jogador de futebol que actualmente está a treinar o Al-Hilal da Arábia Saudita. Homem simples e entusiasta, a rasar o bronco, perito em gritantes calinadas gramaticais e em alegorias desconsertadas nas antevisões dos jogos e nas flash interviews, foi considerado um dos 10 melhores treinadores de clubes do mundo pela IFFHS, em 2013 e em 2019. Como treinador do Clube de Regatas do Flamengo (Flamengo), do Rio de Janeiro, Jesus, que ali ficou conhecido por “Mister”, conquistou cinco títulos, entre eles a Copa Libertadores da América de 2019.
“O seu ao seu dono” diz-se e neste caso há alguma relação entre a Maria e os marcos do correio. Não que ela estivesse apostada em enviar alguma carta para alguém, nem mesmo uma carta para Garcia, somente posou para a fotografia para afirmar a sua presença no treino de ontem à tardinha, com o CPA Dobby a seu lado e sem o incómodo da onda de calor, que parece ter partido para parte incerta sem deixar saudades. O Dobby correspondeu ao que lhe foi pedido e não causou nenhum imbróglio, comportamento que se saúda e que ratifica o seu processo de sociabilização. A Maria esteve igual a si própria, por vezes agarrada aos protocolos e outras vezes não, mas nunca caiu, como é seu hábito! O Dobby trabalhou com um estrangulador próprio para o Verão, substancialmente mais leve e almofadado para diminuir a fricção entre o acessório e o pescoço. Trabalhou-se obediência e ginástica, obtendo o binómio melhor aproveitamento na primeira. Voltaremos a ver-nos na próxima quinta-feira.
Foi
encontrado ontem, segunda-feira, por volta das 10h00, perto da Barrosa, no concelho
de Benavente, o cadáver do homem que se atirou à água para salvar o seu cão num
canal de rega em Coruche, a 30 km do local onde mergulhou. De acordo com
diligências efectuadas pelo Correio da Manhã, o corpo foi encontrado àquela
hora por um funcionário da Associação de Regantes do Vale do Sorraia num canal
de rega com ligação àquele onde o falecido tinha desaparecido, sendo este mesmo
funcionário que alertou as autoridades.
A
identidade da vítima foi confirmada pelos meios de socorro e o cadáver foi
removido para o Gabinete Médico Legal da Grande Lisboa Norte, onde será autopsiado.
Este senhor de 62 anos mergulhou no canal de rega de Santa Justa, freguesia do
Couço e concelho de Coruche, cerca das 10h00 do passado sábado, ao tentar
salvar o seu cão que tinha caído à água. Acabou por desaparecer na corrente,
mas o seu cão foi resgatado ileso pouco tempo depois pela GNR. O falecido,
residente na zona de Castelo Branco, estava na ocasião acompanhado pela sua
esposa e terão parado para o animal beber água. A agora viúva acabou por ser
assistida por uma equipa de psicólogos e foi transportada para o hospital de
Santarém em estado de choque.
Tantas vezes tenho dito nesta
publicação que se um cão cair à água, a última coisa que o seu dono deverá
fazer é atirar-se a seguir, principalmente na presença de águas suas
desconhecidas. O mergulhar do desafortunado sexagenário foi um acto instintivo
e instintos e paixões parecem ser incontroláveis, mesmo que ponham em risco a
vida de uma ou mais pessoas, como foi o caso. Os donos dos animais, antes de
sair de casa, carecem de ser precavidos para não serem surpreendidos, devendo
antever as necessidades e os perigos que os animais irão ter pela frente. Se
porventura penso dar água ao meu cão em rios e lagoas, o que não é nada
aconselhável face à possível existência de cianobactérias, então devo fazer-me
acompanhar de meios ou acessórios para o eventual resgate do animal, fazendo
jus ao provérbio que diz: “Quem vai para o mar, avia-se em terra”. Os velhos e
salutares hábitos escolares de transportar água para o cão e conservá-la no
Verão dentro de sacos isotérmicos, valem aos cães e podem salvar a vida aos
donos.
PS: Em abono da segurança do seu cão não lhe dê água em locais recônditos e pouco concorridos onde o seu socorro poderá tardar.
A
meio caminho entre o lobo e o cão e tentado a encontrar a sua subsistência,
apesar de dócil, o Husky é provavelmente o cão mais fugitivo do panorama canino,
fugindo por vontade própria independentemente da qualidade da sua instalação
doméstica. Quando no seu périplo para nenhures encontra capoeiras, viveiros ou
gado é mais do que certo que se deterá e matará alguns animais, que geralmente
não come, a menos que traga muita fome, não sendo por isso de estranhar
encontrar um Husky onde menos se espera. Quem não estava à espera de um Husky
eram as crianças e as educadores de uma creche na cidade alemã de Osnabrück,
cidade geminada com a nossa Vila Real, que na manhã de ontem, segunda-feira, se
depararam com um lupino destes em frente ao seu estabelecimento de ensino. Para
que nada acontecesse ao bonito e amistoso animal, atraíram-no rapidamente e sem
qualquer resistência para o recreio do jardim-de-infância. Dali a pouco já se
encontrava entre os pequeninos a uivar como resposta ao toque de um órgão de
brincar. Depois de duas horas ao telefone a perguntar aos veterinários da área
se tinham notícia de algum cão desaparecido e perante o seu desconhecimento, as
educadoras desistiram e acabaram por ligar para os bombeiros.
Se a chegada do cão foi para as crianças motivo de grande alegria, com o aparecimento dos bombeiros a alegria atingiu o júbilo, o que não é de estranhar já que muitos miúdos sonham vir a ser bombeiros. Os bombeiros não tiveram como identificar o animal, porque este não se encontrava registado na Tasso (1).
Diante
desta dificuldade, os soldados da paz acabaram por levar o Husky fugitivo para
um abrigo de animais, sem qualquer informação sobre o seu proprietário. Como o
cão se mostrou bem treinado e colaborante na creche, o Corpo de Bombeiros pensa
que o dono não irá demorar muito a ir buscá-lo. Acostumadas aos cães de terapia
que visitam a creche, as crianças não tiveram qualquer receio do cão, muito pelo
contrário!
Se vai de férias e vai confiar a
custódia temporária do seu Husky a alguém, avise essa pessoa que a raça é
naturalmente fugitiva sem precisar de alguma razão ou pretexto particular, para
que ao voltar possa reencontrá-lo no lugar onde o deixou e sem acréscimo de
despesas.
(1)Organização de proteção de animais em Sulzbach, Hesse, na Alemanha, detentora de registos de microchip.
A
escola italiana de cães salva-vidas tem prestígio e créditos firmados, sendo na
sua actividade uma das melhores da Europa e do Mundo, o que faz com que seja
procurada por formandos estrangeiros, pois há que aprender com os melhores. Este
domingo à tarde, anteontem, dois Golden Retrievers salva-vidas conseguiram resgatar
com vida cinco meninos que foram levados por um agueiro mar adentro na praia de
Forte dei Marmi, na Toscana. As crianças foram parar a 50 metros da costa, não
conseguiram retornar e começaram a pedir ajuda. Os cães de resgate Kelly de 2
anos e Beatrice de 5, da Escola Italiana de Cães de Resgate, não hesitaram em
mergulhar, segundo disse o jornal La Reppublica. Os cães estavam na ocasião
acompanhados pelos seus tratadores, Sandro Petrillo e Gabriele Casini, que
contaram com a preciosa ajuda do nadador-salvador de plantão, Riccardo
Iacopetti. “Sandro com Kelly, Gabriele com Beatrice e Riccardo Iacopetti, o nadador-salvador
da cooperativa Open Service Società, intervieram e conseguiram salvar todos com
muito esforço", disse num post a Escola Italiana de Cães de Resgate, SICS
Florença - Forte dei Marmi, na região da Toscana. Mal os cães chegaram à praia,
foram objecto de muitos aplausos e carinho como reconhecimento do seu valioso
trabalho.
Os agueiros, que acontecem amiúde nas nossas praias e que não têm poupado vítimas, podem ser definidos como o refluxo do volume da água que retorna da costa para o mar pela força gravitacional, formando canais pelo rompimento dos bancos de areia devido ao escoamento das águas. É do conhecimento geral que a maioria das vítimas por afogamento nas nossas praias acontece fora da época balnear ou em praias não vigiadas (não sei porque é que não as interditam a banhos definitivamente). Com tanto oceano pela frente e praias infindas, repletas de nacionais e estrangeiros, onde não faltam agueiros, alguém me saberá explicar porque é que não temos nas praias mais concorridas cães salva-vidas? Provavelmente porque o estado não tem verba para isso, como não tem para outras tantas coisas essenciais ao sobrecarregar-se com o que não devia. Se o estado não pode, então que o faça a iniciativa privada, porque na hora do aperto ninguém vai perguntar ao cão se é do estado ou é privado! Não deveria a concessão das praias ser atribuída a quem oferecesse mais e melhores meios de socorro?
Nas
últimas semanas, os ataques de cães perigosos têm aumentado no estado alemão de
Brandenburg, sendo uma criança mordida na cabeça e uma mulher levada por um helicóptero
de resgate ao hospital. Uma avaliação recente mostra quais são os cães que
mordem com mais frequência. Em Burg (Spreewald), três mestiços de Labrador
atacaram um ciclista de 61 anos que teve que ser levado às pressas para o hospital
pelo helicóptero de resgate; em Perleberg (Prignitz), um transeunte de 53 anos
foi mordido numa coxa por um cão pastor e em Falkenhagen (Märkisch-Oderland), um
cão solto atacou uma menina e mordeu-lhe o rosto (diz-se que era um American
Staffordshire Terrier).
Conforme
relatou o Ministério do Interior de Brandemburgo em resposta a uma solicitação de
um importante jornal regional, 299 ataques caninos à dentada foram relatadas no
ano passado. O ranking desta desgraça ficou assim ordenado: Raças mistas (72);
Pastores Alemães (66); Labrador Retrievers (43); Boxers (24) e Rottweilers (18),
sendo estas as raças mais frequentemente envolvidas em incidentes ataques
caninos. Um caso particularmente trágico ocorreu no início de abril em Worin,
perto de Seelow (Märkisch-Oderland), onde um homem de 81 anos teria sido
mordido por quatro buldogues tão gravemente que acabou por morreu no hospital.
Se as dentadas dos cães foram responsáveis pela morte do homem ainda não foi
esclarecido durante a autópsia.
As “proezas” das raças cruzadas não me
apanharam desprevenido, porque a maioria desses cruzamentos não é acidental,
tem um propósitos definidos e tende a esconder aquilo que é. O que me espanta
são os Labradores que aqui, salvo raras excepções, são mansos como “a cal da
parede”. Onde têm os alemães ido buscar os seus Labradores? Será que são mesmo
Labradores ou tiveram algum progenitor Rottweiler? O cruzamento destas duas raças
tanto pode produzir indivíduos dóceis como bravos, dependendo isso
principalmente dos impulsos herdados à luta e ao poder, que somados ao impulso
ao conhecimento presente nos Labradores, poderá gerar indivíduos que virão a
ser potentes armas assassinas, sendo alguns dos seus descendentes piores do que
eles. É curioso que estes híbridos ocultam a sua ascendência Rottweiler enquanto
são cachorros, antes da puberdade e por ocasião da vacinação, podendo fazê-lo
até mais tarde, mas nunca depois dos 3 anos de idade. Eu não digo que é isso
que está a acontecer, mas a dizer que tal é possível tanto nos cruzados como
nos ditos Labradores. Não é de hoje que esta sacanagem é feita em Portugal,
porque possibilita a posse de um Rottweiler oculto num Labrador e vice-versa,
sendo o segundo caso já tentado para exposições de beleza na procura de maior
volume de cabeça no molosso.
PS: Os labradores requeridos para esta hibridação terão que ser negros ou recessivos nessa côr.
Já
por diversas vezes tenho instado com os meus vizinhos, que nunca se mostraram
muito convencidos, que um bom cão de trabalho é útil não só para a sua casa,
mas também para todo o prédio ou quarteirão, porque dentro dessa área sempre
avisará de algo anormal que está a acontecer, particularmente à noite
(movimentos suspeitos, barulhos inusuais, agressões, roubos e até incêndios), o
que o torna num sentinela comunitário de valor incalculável e com créditos
firmados, havendo por esse mundo afora muita gente que já ficou a dever a sua
vida a um cão destes, ou à curiosidade de outro que não foi treinado para coisa
nenhuma! Dito isto, vamos a Hockenheim, onde um cão salvou a sua dona de morrer
queimada num incêndio.
Às
03h30 do dia de hoje, na cidade alemã de Hockenheim, onde tantas vezes se tem
realizado o Grande Prémio da Fórmula 1 da Alemanha, um cão ao ladrar, alertou a
sua dona para um incêndio que se iniciou na varanda do apartamento. Dona e cão
conseguiram sair dele ilesos, mas o incêndio deu trabalho a 29 bombeiros que se
prontificaram a extingui-lo. A polícia parece não saber ainda a causa do
incêndio, mas os prejuízos dele resultantes apontam para 5.000 €.
Não se sabe ao certo, mas se aquela senhora não tivesse um cão para a avisar atempadamente, é bem possível, caso não morresse, que dali saísse chamuscada e fosse obrigada a abandonar o apartamento por uma saída menos cómoda, emergente e pouco usual.
Sempre
que vejo um desfile militar com cães de guerra, automaticamente me questiono
acerca do seu destino, se sobreviverão aos conflitos e se uma vez veteranos
chegarão a gozar a merecida aposentadoria. Não vão longe os tempos em que eram
pura e simplesmente abatidos quando imprestáveis para o serviço, para já não se
falar daqueles que foram abandonados nas retiradas. Felizmente, hoje a
sensibilidade é outra e a maioria dos cães militares acaba por gozar a sua
aposentadoria ao lado dos seus parceiros humanos, fazendo-se assim justiça a
quem nunca virou a cara à luta e sempre permaneceu na linha da frente. A THE UNITED STATES WAR DOGS
ASSOCIATION (USWDA), associação norte-americana criada em 2000
para apoiar os cães militares de trabalho aposentados (MWD’s), auxilia os seus
donos para que nada falte aos seus parceiros caninos, porque ao contrário dos
militares humanos, os MWD’s
não
recebem qualquer ajuda financeira oficial, o que obriga a referida associação a
peditórios, nomeadamente em supermercados. Sexta-feira passada, nesse âmbito, a
USWDA esteve no Pet Supermarket em Wood Hollow Drive, na cidade de Austin, no
Texas, onde se fez acompanhar por dois cães durante a campanha de recolha de
fundos designada por “LEND
A PAW”.
As
campanhas “Lend a Paw” já permitiram a esta associação arrecadar 1,3 milhões de
dólares, quantia que será usada para fornecer alimentos e suprimentos
essenciais aos cães de rua e aos cães militares, assim como também será
endereçada às associações que ajudam a cuidá-los. A USWDA fornece mensalmente
ajuda financeira para os cães aposentados carenciados de medicamentos e auxilia
actualmente 1.200, a um valor médio de 20.000 dólares mensais. A USWDA tem
também um acordo de longa data com o Redbank Veterinary Hospital em Nova Jersey
para fornecer atendimento especializado (diagnóstico, tratamentos e cirurgias)
aos cães que precisem. Graças a essa parceria com o Redbank, os US War Dogs auferem
esses serviços gratuitamente. Esta associação beneficente doa também cadeiras
de rodas, sob indicação veterinária, para ajudar os cães de guerra aposentados
a recuperar a sua mobilidade e qualidade de vida. No ano passado a USWDA pagou
4 cadeiras de rodas em todo o país e os resultados foram mágicos!
Como
não podia deixar de ser, esta associação oferece suporte prático para os cães
aposentados vitimados pelo stress pós-traumático (TEPT) e ansiolíticos mediante
indicação clínica para ajudar a controlar os efeitos do TEPT. Através do seu
programa “Rainbow Bridge, esta associação ajudar a aliviar muitos dos encargos
financeiros associados à propriedade de um MWD aposentado, ajudando inclusive
nos custos da eutanásia e da cremação (que aqui são um dinheirão!), oferecendo
em simultâneo suporte prático e oportuno nesses momentos mais angustiantes.
Curiosamente, desde a sua fundação, a US War Dogs já enviou mais de 30.000
pacotes de cuidados para binómios no activo, para ajudar a preencher lacunas nos
kits k-9 (faziam cá tanta falta!).
Quando
os cães de guerra saem do activo, esta associação concede-lhes medalhas como
reconhecimento dos seus serviços prestados ao país, que acabam por ser uma
lembrança valiosa para os seus donos e famílias. Também sido objecto do seu
trabalho a contribuição para uma série de memoriais e monumentos de alto perfil
que ajudam a enaltecer os cães de guerra e o seu serviço, fornecendo em
paralelo oradores em eventos e informações históricas sobre o papel e o perfil
dos cães nas Forças Armadas. Com o seu programa de Atendimento e Emergência, os
donos dos cães de guerra aposentados poderão deslocar-se a um veterinário local
quando o seu tratamento for urgente, que a US War Dogs paga a conta, aliviando
assim o seu fardo financeiro e garantindo aos cães os cuidados oportunos.
Se isto não é gostar de cães, não sei
o que será! Associações como a USWDA, para além de necessárias, acabam por
fazer a justiça possível aos cães de guerra e homenageá-los. Associações com
esta intervenção são mais fáceis de constituir-se nas grandes nações,
considerando o maior número de habitantes e por conseguinte de doares. Os
Estados Unidos não são um país perfeito, mas nele acontecem grandes obras!
PS: Certamente que o comum dos norte-americanos terá um seguro de saúde assim ou ainda melhor.
Primeiro
importa esclarecer o que é um Kiwi, o animal e o seu uso no sentido figurado. O
Kiwi animal é uma ave voadora endémica da Nova Zelândia, pertencente ao género
Apteryx, a única espécie actual da família Apterygidae e da ordem dos
Apterygiformes. É do tamanho de uma galinha, está a ser objecto de protecção
para evitar a sua extinção, sendo os mamíferos invasores, nomeadamente os cães,
os seus piores predadores. No mundo anglófono, em sentido figurado, “Kiwi” ou “Kiwis”
pode reportar-se à Nova Zelândia e aos neozelandeses (compreende-se porquê).
Cães
de rua são suspeitos de terem devorado seis kiwis nas últimas duas semanas na
Baías da Ilhas, Northland, na Nova Zelândia. Num post nas redes sociais, o Departamento
de Conservação DOC) pediu aos moradores locais que mantivessem os seus cães atrelados
ao passear com eles. O DOC disse ainda que ficou “devastado” com as mortes, já
que grupos comunitários e funcionários trabalham arduamente para proteger a população
de Kiwis. Nos últimos 3 meses foram mortos por cães 14 Kiwis. “Sabemos o quanto
os grupos comunitários, a nossa equipa e outras agências em Northland trabalham
para proteger o kiwi, e essas mortes são duras. Nas áreas onde há controlo de
predadores e bom controlo de cães, os kiwis do norte estão a prosperar ”, disse
o DOC no seu post.
O
mesmo Departamento de Conservação disse que os cães são ainda a maior ameaça
que os kiwis adultos enfrentam e que todos os habitantes precisam de estar
vigilantes para colaborar no esforço de preservação dos Kiwis, ave endémica da
Nova Zelândia como foi dito atrás.
“Para ajudar a evitar que mais kiwis morram desta maneira, pedimos-lhe que mantenha o seu cão à trela quando estiver a passeá-lo à noite ou depois do trabalho e que o mantenha sempre confinado à noite. Mesmo o cão mais pequeno, fofo e amigável tem potencial para matar um kiwi.”
Simultaneamente,
o DOC está a incentivar todas as pessoas na Baía das Ilhas com cães de caça ou
de trabalho a realizar treino de aversão ao kiwi, convidando os restantes
cidadãos com animais de estimação a participar em workshops alusivos.
Tenho ouvido por todo o lado, inclusive em reservas e parques naturais, a seguinte frase: “Eu gosto muito de animais, por isso tenho um cão!”, ao que eu costumo responder: “Se gosta assim tanto de animais prenda o seu cão!” – receio não ser sempre bem compreendido! Os cães são em determinados ecossistemas predadores de topo e a maioria das pessoas não se apercebe disso. Oxalá mais kiwis circulem com os seus cães à trela em prole da sobrevivência do Kiwi.
Seguro
obrigatório para cães em Espanha entrará em vigor no próximo mês. Uma exigência
digna de mérito surgiu na nova lei de bem-estar animal espanhola (Lei 7/2023),
que entrou em vigor em março deste ano. A nova lei exige que todos os proprietários
caninos assegurem um seguro de responsabilidade civil para cada animal de estimação.
Esta obrigação entrará em vigor no dia 29 de setembro de 2023, marcando um
passo significativo no aprimoramento da protecção dos animais de estimação, segundo
relata o HealthPlanSpain. O artigo 30 da legislação estabelece explicitamente
que os indivíduos que possuem cães devem contratar e manter cobertura de seguro
de responsabilidade civil por possíveis danos a terceiros durante toda a vida
útil do animal. Essa cobertura inclusiva estende-se não apenas a possíveis
danos infligidos pelo cão, mas também responsabiliza os proprietários pelas
acções do animal. O objetivo é garantir a existência de salvaguardas
financeiras adequadas para lidar com quaisquer despesas resultantes.
Apesar
do conceito de seguro para cães já ser obrigatório em várias regiões, como
Madrid, País Basco e La Rioja, isso significa apenas uma parte das novas regulamentações
introduzidas, que incluem um curso de treino obrigatório para os donos de cães,
a proibição de vender a maioria dos animais em lojas e penalidades mais
rigorosas para aqueles que sujeitam os animais a maus-tratos ou negligência.
Quase três em cada dez famílias na Espanha dividem a casa com um cachorro.
Aproximadamente 9,3 milhões de cães vivem em Espanha, mas apenas cerca de 3%
deles são cobertos por seguros. Como comparação, adianta-se que o Reino Unido
tem cobertura de seguro para 28% de seus 10,1 milhões de residentes caninos.
Essa abordagem proactiva espanhola não contribui apenas para o bem-estar dos
cães, mas mostra-se também economicamente prudente. Por exemplo, a Real Canine
Sociedad de España (RSCE) estima uma despesa anual de cerca de 300 € com as necessidades de saúde de cada
cão. Em média, os pacotes básicos rondam os 24€ anuais, enquanto as opções mais
completas chegam a cerca de 90€.
Indivíduos
com apólices de seguro de conteúdo doméstico existentes podem já ter algum grau
de cobertura para seus animais de estimação No entanto, a partir de setembro,
outra exigência será necessária – os cães incluídos na apólice de seguro devem
ter microchip, o que também é de lei. A nova estrutura legal também estabelece
penalidades para o não cumprimento do mandato de seguro. Embora a maioria dos
casos de não adesão sejam consideradas infracções menores, casos mais graves,
incluindo a ausência de seguro, podem acarretar multas que variam de 500 a 10.000
€, o que enfatiza a seriedade da posse responsável de animais de estimação.
O respeito pelo bem-estar animal em Espanha tem sido demorado e sujeito a retrocessos. Finalmente parece ir no bom caminho para acabar com os múltiplos abusos cometidos contra os animais em determinados pontos do país. E como tudo o que acontece em Espanha acaba por repercutir-se aqui, é mais do que natural que venhamos a ter uma lei igual.
A notícia
já não é novidade nenhuma e foi publicada há um mês atrás, eu é que não reparei
nela. Butch Pilley, um ovinicultor australiano de New South Wales, estava a ter
um grande problema com os cães selvagens que lhe matavam 30 ovelhas por noite
na sua propriedade em Hill End. Mas três anos após a introdução de dois burros
treinados como animais de guarda, nem uma única morte foi registada no planalto
central!
“O
impacto que os burros tiveram foi notável”, disse Pilley. Os cães selvagens já
lhe haviam matado ovelhas adultas, bem como dezenas de cordeiros. “Num ano,
perdemos cerca de 250 cordeiros, com um impacto subsequente no parto das
ovelhas nos anos seguintes”, disse o ovinicultor. “Portanto, o prejuízo pode chegar
facilmente aos 30.000 dólares americanos, mais o stresse de ter que descer
todas as manhãs e encontrar as minhas ovelhas mortas ou mutiladas.”
Os
Pilleys e outros proprietários de terras na área sofreram perdas significativas
de gado devido aos ataques dos cães selvagens, com custos económicos, de
bem-estar e emocionais. “Você poderia descer a um pasto pela manhã e encontrar
de 20 a 30 ovelhas mortas numa só noite”, disse Pilley. Mas num teste
patrocinado pelo LOCAL
LAND SERVICES (LLS), burros treinados foram introduzidos na
fazenda de ovelhas Hill End e o seu impacto foi imediato.
“Desde
que começámos, não houve ataques de cães selvagens a ovelhas com os burros no
seu meio … foi um ótimo resultado”, disse o oficial de biossegurança do LLS,
Paul Gibb. “Os burros combinam bem com o cão selvagem e podem ser bastante
agressivos. “Eles podem atacar um cão com as patas e agarrá-lo com a boca, porque
são óptimos animais defensivos.” O LLS disse que, embora os burros sejam
adequados como animais de guarda, eles precisam primeiro de ser cuidadosamente
ligados ao gado ou seja, de se sociabilizarem previamente com as ovelhas.
Ao velho estilo anglo-saxónico, aqui está uma solução eficaz e a baixo preço, porque burros e ovelhas comem exactamente o mesmo, não agravando por isso as despesas dos ovinicultores e demais fazendeiros. Como contra factos não há argumentos, há que felicitar o Local Land Services pela artimanha, ao resolver um sério problema a coices e à dentada!
Este
blogue recebeu hoje a visita de dois leitores da República da Macedónia do
Norte, país com uma área quatro vezes menor do que Portugal, situado na Península Balcânica, no sudeste europeu, que no passado pertenceu
à extinta Jugoslávia. País sem fronteiras para o mar, é limitado a norte pela
Sérvia, a noroeste pelo Kosovo, a leste pela Bulgária, a oeste pela Albânia e a
sul pela Grécia. A maioria dos europeus pouco sabe sobre a Macedónia do Norte e
dos seus habitantes, desconhecimento ligado ao seu passado jugoslavo e ao facto
de não ter uma fronteira marítima, o que naturalmente a condena a um menor
interesse geoestratégico, a um certo isolamento e a cair no esquecimento,
apesar de produzir gente de elevado valor e de ter uma cultura rica e
diferenciada.
Desejo que a estes dois leitores se juntem mais macedónios porque todos temos muito a ganhar com isso. Entretanto, agradeço o contacto e estendo o meu sincero bem-vindo a estes dois amigos a quem suscitámos interesse. Espero que as nossas publicações continuem a merecer a sua atenção e que estabeleçam intercâmbio connosco.