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A primeira implicação aponta para a diminuição da biodiversidade canina, o que em termos de saúde animal constitui um problema, considerando a transmissão genética e a sua dependência em relação a um escasso número de indivíduos. No adestramento assistimos a uma relação paradoxal, porque os rafeiros são mais dependentes, o que é bom e menos atletas, o que é de todo reprovável. A perca de autonomia é acompanhada pela fragilidade física ou psicológica, presente nas raças originais, fruto da selecção humana e distante da natural. Assim, por detrás de um comum SRD, pode esconder-se um super-campeão de beleza, um ilustre cão de trabalho ou um frágil cão miniatura. O rafeiro que era tudo em geral e pouco em particular, transformou-se num indivíduo de dominâncias: um mestiço.
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